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OftalPro - - ENTREVISTA -

Pa­ra além da prá­ti­ca da op­to­me­tria, nun­ca pa­rou de in­ves­ti­gar. Que pro­je­tos des­ta­ca?

A in­ves­ti­ga­ção sur­giu a par­tir do mes­tra­do e do meu mai­or en­vol­vi­men­to com a uni­ver­si­da­de. Tra­ba­lhei de per­to com um dos prin­ci­pais cen­tros de in­ves­ti­ga­ção em ci­ên­ci­as da vi­são do país, a AIBILI (As­so­ci­a­ção pa­ra In­ves­ti­ga­ção Bi­o­mé­di­ca e Ino­va­ção em Luz e Ima­gem), e co­me­cei a que­rer in­ves­ti­gar mais e a apro­fun­dar co­nhe­ci­men­tos. Evo­lui e cres­ci bas­tan­te nes­ta área. Des­ta­co três tra­ba­lhos ci­en­tí­fi­cos, to­dos re­la­ci­o­na­dos com a vi­são cro­má­ti­ca. Ou se­ja, ava­li­ar a vi­são cro­má­ti­ca em al­gu­mas pes­so­as e ver até que pon­to po­de ser si­nó­ni­mo de apa­re­ci­men­to de do­en­ças. Atu­al­men­te, es­tou a fa­zer dou­to­ra­men­to em Op­to­me­tria, na Uni­ver­si­da­de do Mi­nho. O meu ob­je­ti­vo é ten­tar abra­çar sem­pre o meu tra­ba­lho, a in­ves­ti­ga­ção e a for­ma­ção.

Pois, já deu for­ma­ção nes­ta área, cer­to?

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