JO­GAR EM TO­DO O LA­DO

Na sa­la, no quar­to, no es­cri­tó­rio, na rua ou du­ran­te uma vi­a­gem. Quer se­ja pa­ra pre­en­cher tem­pos mor­tos ou uma coi­sa mais sé­ria (co­mo tor­nei­os on-li­ne), os jo­gos fa­zem parte da nos­sa vi­da.

PC Guia - - CAPA - POR CÁ­TIA RO­CHA, GUS­TA­VO DI­AS E RI­CAR­DO DU­RAND

Ho­je é di­fí­cil en­con­trar quem, pelo me­nos, não se di­vir­ta uns mi­nu­tos com An­gry Birds ou Candy Crush no smartpho­ne. O gaming em mo­bi­li­da­de ex­plo­diu quan­do os ter­mi­nais co­me­ça­ram a fi­car mais po­ten­tes, com pro­ces­sa­do­res e uni­da­des grá­fi­cas po­de­ro­sas, ca­pa­zes de li­dar com bo­as tex­tu­ras e grá­fi­cos 3D. Ho­je é mui­to fá­cil en­con­trar smartpho­nes e ta­blets com bo­as ca­pa­ci­da­des pa­ra ca­su­al gaming, mas pa­ra su­bir de ní­vel é pre­ci­so fi­car em ca­sa. Mes­mo as con­so­las por­tá­teis da Nintendo, com os seus jo­gos mais in­fan­tis, não res­pon­dem às ne­ces­si­da­des dos ga­mers hard­co­re. Por 300 euros já é pos­sí­vel com­prar uma des­tas pla­ta­for­mas de gaming de úl­ti­ma ge­ra­ção pa­ra jo­gar no con­for­to do lar. Mas é nos PC que é pos­sí­vel che­gar a ní­veis de qua­li­da­de e jo­ga­bi­li­da­de mais avan­ça­dos. Aqui, po­de­mos fa­zer con­fi­gu­ra­ções de to­po, com vá­ri­as pla­cas grá­fi­cas li­ga­das en­tre si, pro­ces­sa­do­res co­re i7, gi­gas de me­mó­ria RAM e usar pe­ri­fé­ri­cos que nos vão tor­nar ases em jo­gos co­mo Call of Duty ou CS:GO.

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