Sa­bo­re­ar Mon­ta­le­gre às por­tas de Bra­ga

Publico - Fugas - - SABORES DO BARROSO -

acom­pa­nham à me­sa.

E, tal co­mo nas tí­pi­cas co­zi­nhas da ser­ra­nia do Bar­ro­so, há tam­bém um de­li­ci­o­so ar­roz com na­cos de car­ne gor­da, fo­lha de lou­ro e o in­ten­so re­fo­ga­do de ce­bo­la que pu­xa pe­lo sa­bor e lhe dá o tom mais es­cu­ro. Sa­be a al­deia e frio e só au­sên­cia do aro­ma fu­ma­do im­pe­de que se di­ga ter si­do mes­mo fei­to à la­rei­ra.

A par dos pro­du­tos, tam­bém a enor­me fo­to­gra­fia que co­bre to­da a pa­re­de la­te­ral nos en­qua­dra com o am­bi­en­te ru­ral e a pai­sa­gem ne­va­da das al­dei­as de Mon­ta­le­gre. Gra­ças ao enor­me pé di­rei­to, a lo­ja foi di­vi­di­da em dois pi­sos com um me­za­ni­no em ma­dei­ra, po­den­do ca­da um aco­lher à vol­ta de 40 co­men­sais.

Tal co­mo a ofer­ta cu­li­ná­ria, o am­bi­en­te é sim­ples e re­su­me-se ao es­sen­ci­al. Bai­xe­la cor­rec­ta e com co­pos ade­qua­dos, me­sas e ca­dei­ras con­for­tá­veis e es­pa­ço de­sa­fo­ga­do, mes­mo com ca­sa cheia co­mo, pe­los vis­tos, é nor­ma. O ruí­do não é da ca­sa, mas faz par­te da evi­den­te sa­tis­fa­ção da cli­en­te­la.

Aos ge­nuí­nos pro­du­tos do Bar­ro­so, a emen­ta jun­ta tam­bém a pos­ta de ba­ca­lhau e o pudim aba­de de Pris­cos, afi­nal os sím­bo­los mai­o­res da co­zi­nha bra­ca­ren­se.

Além do pão, man­tei­ga e azei­to­nas, as en­tra­das in­clu­em pre­sun­to, chou­ri­ça as­sa­da, alhei­ra e sal­pi­cão (5€ ca­da). E se a alhei­ra, cro­can­te e de gor­du­ra sa­bo­ro­sa, lo­go nos trans­por­ta

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