To­ma­da de es­cri­tó­ri­os em Lis­boa es­ta­bi­li­za até agos­to

Aná­li­se

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Os úl­ti­mos da­dos apu­ra­dos pe­la aná­li­se do Lis­bon Pri­me In­dex (LPI) con­fir­mam que até agos­to a con­tra­ta­ção de es­pa­ços de es­cri­tó­ri­os em Lis­boa es­ta­bi­li­zou fa­ce a 2016, com o vo­lu­me to­tal de área tran­sa­ci­o­na­da no acu­mu­la­do do ano a to­ta­li­zar os 90.934 m², ou se­ja, su­pe­ri­or em 1% fa­ce aos 89.845 m² tran­sa­ci­o­na­dos em igual pe­río­do do ano pas­sa­do.

En­tre ja­nei­ro e o fi­nal de agos­to fo­ram con­cluí­das 160 ope­ra­ções no mer­ca­do de Lis­boa, das quais 11 fe­cha­dos no mês pas­sa­do. Re­gis­tan­do uma ab­sor­ção de 3.618 m², o de­sem­pe­nho de agos­to fi­cou cer­ca de 8% aquém do mês ho­mó­lo­go de 2016, sen­do que na com­pa­ra­ção com ju­lho a des­ci­da men­sal foi bas­tan­te mais acen­tu­a­da: 61%.

No mês em aná­li­se, o LPI con­ta­bi­li­zou ape­nas uma ope­ra­ção en­vol­ven­do a to­ma­da de área igual ou su­pe­ri­or a 1.000 m², com a área média por ope­ra­ção a des­cer pa­ra os 329 m², ou se­ja, 42% abai­xo da média de 568 m² cal­cu­la­da pa­ra o acu­mu­la­do do ano.

Em­bo­ra em agos­to o Corredor Oes­te (zo­na 6) te­nha si­do re­me­ti­do pa­ra se­gun­do lu­gar no que re­fe­re ao vo­lu­me de área con­tra­ta­da (22%), no acu­mu­la­do do ano es­ta zo­na man­tém-se na li­de­ran­ça, con­cen­tran­do 28% de to­da a área colocada des­de ja­nei­ro de 2017.

Olhan­do pa­ra a origem da pro­cu­ra, o se­tor das «TMT’s & Uti­li­ti­es» foi, uma vez mais, o mais ati­vo du­ran­te o mês de agos­to, re­pre­sen­tan­do 48% da área ocu­pa­da, con­cen­tran­do tam­bém a mai­or fa­tia da área tran­sa­ci­o­na­da no pe­río­do acu­mu­la­do: 22%.

De acor­do com o LPI Lis­bon Pri­me In­dex, em Lis­boa exis­tem seis zo­nas con­so­li­da­das de es­cri­tó­ri­os. Fo­ram de­fi­ni­das há mui­tos anos e ti­ve­ram em con­si­de­ra­ção lo­ca­li­za­ções na Gran­de Lis­boa on­de o stock de imó­veis de ser­vi­ços tem uma pre­sen­ça e di­men­são sig­ni­fi­ca­ti­vas.

É re­co­nhe­ci­do que a mai­or parte das em­pre­sas gos­tam de se ins­ta­lar em zo­nas de es­cri­tó­ri­os con­so­li­da­das, que lhes con­fe­rem am­bi­en­tes cor­po­ra­ti­vos, mui­tas ve­zes se­guin­do ten­dên­ci­as ou tão só va­li­dan­do os be­ne­fí­ci­os prá­ti­cos de uma de­ter­mi­na­da lo­ca­li­za­ção. Re­su­mi­da­men­te, o Cen­tral Bu­si­ness Dis­trict da ca­pi­tal con­cen­tra-se no ei­xo que vai da Ave­ni­da da Li­ber­da­de ao Sal­da­nha, sen-

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