CP co­lo­ca car­ru­a­gens su­pri­mi­das a ren­der no Airbnb

Publico - Inimigo - - ATÉ NÓS JÁ SÓ FALAMOS DE BOLA -

A em­pre­sa pú­bli­ca de trans­por­tes vai cri­ar uma no­va área de ne­gó­ci­os que en­cai­xa na per­fei­ção na sua ac­tu­al con­jun­tu­ra. “Va­mos mu­dar de pa­ra­dig­ma e apos­tar no tu­ris­mo. O ma­te­ri­al cir­cu­lan­te va­le mais di­nhei­ro pa­ra­do do que a an­dar. A CP co­mo em­pre­sa de trans­por­tes es­tá con­de­na­da, mas po­de dar car­tas no alo­ja­men­to lo­cal. Va­mos ven­der dor­mi­das. As car­ru­a­gens e as au­to­mo­to­ras ava­ri­a­das são mui­to an­ti­gas, são vin­ta­ge, chi­ques e

É trans­for­mar aqui­lo em de char­me, não é pre­ci­so gran­de in­ves­ti­men­to. Os tu­ris­tas ado­ram es­tas coi­sas an­ti­qua­das e aban­do­na­das. A CP vai bom­bar no Ins­ta­gram, vo­cês vão ver. Meus ca­ros, a CP já não tem con­di­ções pa­ra trans­por­tar pes­so­as, mas tem enor­me po­ten­ci­al pa­ra li­de­rar no mer­ca­do das ex­pe­ri­ên­ci­as”, re­ve­lou o pre­si­den­te da CP. JH da CP. Fui ao Ban­co do Va­ti­ca­no, le­van­tei 3 mil mi­lhões de eu­ros e fui gas­tar tu­do no alu­guer de com­boi­os es­pa­nhóis do sé­cu­lo XIX. O mi­nis­tro Pe­dro Mar­ques cha­mou-me, elo­gi­ou o meu tra­ba­lho e no­me­ou-me novo pre­si­den­te da CP”, con­tou o pa­dre. JH

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