Con­sul­tor imobiliário choca Por­tu­gal com em que não es­tá de bra­ços cru­za­dos

Publico - Inimigo - - SÃO CAETANO À LAPA -

A mo­da de pen­sar fo­ra da cai­xa es­tá a che­gar às áre­as mais im­pre­vi­sí­veis. Far­to de ser mais um, o con­sul­tó­rio imobiliário abandonou a po­se rí­gi­da e fria do Lin­kedin e de­ci­diu ar­ris­car uma no­va lin­gua­gem cor­po­ral. A que­bra dos es­te­reó­ti­pos não te­ve o re­sul­ta­do es­pe­ra­do e as pes­so­as não pa­re­ce­ram apro­var aque­la po­se mais hu­ma­ni­za­da, in­for­mal e des­con­traí­da. “Não pa­re­cia um con­sul­tor imobiliário, mas ape­nas um Não senti ali pro­fis­si­o­na­lis­mo, ri­gor, dis­ci­pli­na, con­cen­tra­ção, de­ter­mi­na­ção, se­gu­ran­ça, con­ten­ção, po­der. Olho pa­ra aque­la fi­gu­ri­nha e não sin­to aque­le odor a su­ces­so que os ou­tros têm. Este ho­mem não es­tá vi­ra­do pa­ra a ac­ção. Não pa­re­ce mo­ver-se por ob­jec­ti­vos. Pa­ra ele tan­to faz. Dá a ideia que ele nem sa­be o pre­ço das ca­sas, se é um T2 ou T3 e nem quan­tos me­tros qua­dra­dos aqui­lo tem. Es­tá a ven­der ca­sas co­mo po­dia es­tar a fa­zer ou­tra

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