Ma­ria Le­al não acha or­ça­men­to elei­to­ra­lis­ta por­que: 1) res­pei­ta me­tas eu­ro­pei­as; 2) não gas­ta por aí além em lo­jas chi­ne­sas

Publico - Inimigo - - PRIMEIRA PÀGINA - MB

A can­to­ra Ma­ria Le­al leu o Or­ça­men­to do Es­ta­do, a pe­di­do do IP e de Ca­mi­lo Lourenço, e as­se­ve­ra que há ali le­tras dig­nas de um Ca­mões e can­ti­gas de ní­vel Ma­don­na pa­ra um ál­bum gra­va­do ao vi­vo num stand de car­ros usa­dos. “Não acho o Or­ça­men­to elei­to­ra­lis­ta. Pon­to nal pa­rá­gra­fo. Um: res­pei­ta as me­tas eu­ro­pei­as de dé ce e dí­vi­da. Dois: não gas­ta se­quer 1500 eu­ros em lo­jas chi­ne­sas. Três: vai, vai, vai que o Ve­rão aca­bou. Pon­to nal pa­rá­gra­fo.” Le­al, re­cor­de-se, é a es­cri­to­ra-fan­tas­ma de to­dos os li­vros de Ca­mi­lo Lourenço so­bre eco­no­mia, uma área que ele cla­ra­men­te não do­mi­na, e é ela, e não Rui Vi­tó­ria, qu­em pos­sui o me­lhor currículo nas lo­jas chi­ne­sas da Cham­pi­ons. Pon­to nal pa­rá­gra­fo.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Portugal

© PressReader. All rights reserved.