ASAE obri­ga cró­ni­cas do Ob­ser­va­dor a te­rem de in­for­mar ní­vel de fas­cis­mo do con­teú­do

Publico - Inimigo - - É CULTURA LINDA -

O go­ver­no ele­geu o fas­cis­mo co­mo o açú­car dos pen­sa­men­tos po­lí­ti­cos e vai cri­ar um no­vo sis­te­ma de ro­tu­la­gem nos mé­dia pa­ra com­ba­tê-lo e avi­sar as pes­so­as dos seus efei­tos no­ci­vos. As cró­ni­cas do Ob­ser­va­dor com me­nos de 25 gra­mas de fas­cis­mo por ca­da mil ca­rac­te­res es­tão isen­tas pa­ra já da Ta­xa João Miguel Ta­va­res. Tal co­mo a in­dús­tria ia do açú­car, tam­bém os co­men­ta­do­res de di­rei­ta já es­tão a dis­far­çar com no­vas s fór­mu­las pa­ra con­se­guir atin­gir um ní­vel de fas­cis­mo que se­ja sa­bo­ro­so pa­ra o lei­tor sem que o mes­mo en­tre na com­po­si­ção dos in­gre­di­en­tes. “Di­zem que não é fas­cis­mo, mas usam mal­to­dex­tri­na de alt-right, ami­do de con­ser­va­do­ris­mo so­ci­al, sa­ca­ro­se re­li­gi­o­sa, dex­tro­se de xe­no­fo­bia e xa­ro­pe pe de po­pu­lis­mo. A sa­ca­ro­se é composta de e gli­co­se e fru­to­se. Quan­do es­se açú­car é mis­tu­ra­do com água, ocor­re a hi­dró­li­se, que se­pa­ra os dois com­po­nen­tes e re­sul­ta no açú­car in­ver­ti­do. Mui­to cui­da­do com os ti­pos que vão usar o fas­cis­mo in­ver­ti­do. Eles sa­bem do que as pes­so­as gos­tam. Lês aqui­lo, co­me­ças s a con­cor­dar, co­mes aqui­lo por­que sa­be-te bem. Sa­bes que é pre­ju­di­ci­al à De­mo­cra­cia, mas co­mo é só de vez em quan­do não te sen­tes um fascista de ver­da­de”, avi­sou um ins­pec­tor da ASAE an­ti-fascista.

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