A ní­vel de Es­ta­dos cir­cu­la o ví­deo da morte da mãe do Bam­bi

Publico - Inimigo - - NOTÍCIAS DO GOVERNO - Por Mar­ce­lo Re­be­lo de Sou­sa

Ca­ros por­tu­gue­ses e por­tu­gue­sas, fui con­vi­da­do pa­ra dar a mi­nha opi­nião so­bre a in­ter­ven­ção do Es­ta­do na re­gu­la­ção da si­na­lé­ti­ca ro­do­viá­ria e, com­ple­ta­men­te a des­pro­pó­si­to, apro­vei­to pa­ra dar co­mo exem­plo a mãe do Bam­bi, cu­ja morte nu­ma es­tra­da sem si­nais de avi­so da even­tu­al pas­sa­gem de ve­a­dos cor­re en­tre os Es­ta­dos, as em­bai­xa­das e to­dos os ci­ne­mas do mun­do des­de os anos 40. Eu pró­prio não vi e por is­so nem sei por­que o re­fe­ri, mas o meu con­se­lhei­ro de Es­ta­do Fran­cis­co Lou­çã já viu o ví­deo com os ne­tos e dis­se-me que a mãe do Bam­bi foi mor­ta, des­mem­bra­da e ser­vi­da com pu­ré de cou­ve-flor e raiz de ai­po nu­ma edi­ção do “Mas­terChef Jú­ni­or” apre­sen­ta­da pe­lo Gou­cha. Eu pró­prio não vi o ví­deo e nem sei se é um ví­deo, um áu­dio, um Mp3, um áu­dio-livro pa­ra ce­gos, um fil­me gra­va­do nu­ma Su­per 8 pe­lo Za­pru­der ou um vi­de­o­clip da Mi­ley Cy­rus ft. Nic­ki Mi­naj, mas par­ti ime­di­a­ta­men­te pa­ra o ma­to on­de a mãe do Bam­bi foi mor­ta e abra­cei a avó do Bam­bi em fren­te às câ­ma­ras e cho­rei ba­ba e ra­nho com ela, exi­gin­do que to­das as cir­cuns­tân­ci­as se­jam ave­ri­gua­das a fun­do. Apro­vei­to pa­ra di­zer que, quan­do que­rem, os ve­a­dos por­tu­gue­ses são os me­lho­res ve­a­dos do mun­do e que nin­guém par­te jor­na­lis­tas às pos­tas tão bem co­mo os por­tu­gue­ses, co­mo se vê pe­lo Jo­sé Go­mes Fer­rei­ra que foi trin­cha­do e fi­cou sem om­bros. E ago­ra te­nho de ir em­bo­ra por­que o meu ho­mo­lo­go chi­le­no in­for­mou-me que cor­re en­tre os Es­ta­dos que são mo­nar­qui­as cons­ti­tu­ci­o­nais o ví­deo do Li­berty Va­lan­ce a ser mor­to não se sa­be por quem. VE

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