Pri­mo de Só­cra­tes es­te­ve pa­ra lhe ce­der o Pa­lá­cio de Ma­fra mas achou que da­va mui­to nas vis­tas

Publico - Inimigo - - LA FAMIGLIA -

Jo­sé Pau­lo, o pri­mo que é mui­to que­ri­do e mui­to pró­xi­mo de Jo­sé Só­cra­tes, en­ten­deu que o an­ti­go pri­mei­ro-mi­nis­tro mal con­se­guia es­ti­car os pés na ca­sa de 300 me­tros qua­dra­dos que lhe ce­deu na Eri­cei­ra e as­si­nou o con­tra­to-pro­mes­sa de com­pra e ven­da do Pa­lá­cio de Ma­fra, que o Mi­nis­té­rio da Cul­tu­ra tem à ven­da pa­ra com­pen­sar a bai­xa do IVA das tou­ra­das. Só­cra­tes che­gou a ir ver o es­pa­ço, quei­xou-se das ex­cur­sões de es­pa­nhóis na sa­la de es­tar, to­cou “vo­cê pen­sa que ca­cha­ça é água / ca­cha­ça não é água não…” nos car­ri­lhões e de­pois foi al­mo­çar. O ne­gó­cio caiu por­que Jo­sé Pau­lo achou que o Mi­nis­té­rio Público era ca­paz de achar aqui­lo es­qui­si­to. Além dis­so, Só­cra­tes re­ce­beu um SMS do se­cre­tá­rio de Es­ta­do João Ga­lam­ba di­zen­do “A PGR sa­be do Pa­lá­cio. Cur­te Guns N’ Ro­ses.”.

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