Ca­mões far­to de de­po­si­ção de co­ro­as de ores no tú­mu­lo pe­de an­tes que lhe le­vem bo­xers ou peú­gas co­mo no Na­tal

Publico - Inimigo - - OPINIÃO -

O po­e­ta na­ci­o­nal es­tá far­to. O gé­nio que se lem­brou de ri­mar “Ta­pro­ba­na” com “hu­ma­na” é alér­gi­co aos li­la­ses e às pe­tú­ni­as, já não ga­nha pa­ra an­ti-his­ta­mí­ni­cos e atin­giu o li­mi­te, nas úl­ti­mas se­ma­nas, com João Lou­ren­ço e Xi Jin­ping a de­po­rem-lhe co­ro­as de flo­res aos pés. “Sin­ce­ra­men­te, já can­sa is­so das flo­res e da guar­da de hon­ra da Po­lí­cia Mi­li­tar a to­car cor­ne­ta co­mo se não hou­ves­se ama­nhã. Aqui­lo res­soa e pro­vo­ca-me zum­bi­dos nos tím­pa­nos. Es­ta­mos no Na­tal, ora por­ra. Dêem-me an­tes peú­gas, bo­xers, um af­ter-sha­ve, co­mo a mi­nha avó fa­zia. E po­nham o Jo­sé Cid, que apre­cio mui­to, a to­car ór­gão, em vez da cor­ne­ta”, pe­diu o gran­de Ca­mões num con­tac­to com o IP me­di­a­do pe­lo Pro­fes­sor Fo­fa­na, que apro­xi­ma e afas­ta e re­sol­ve e tu­do is­so.

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