Des­co­ber­ta pes­soa nas re­des so­ci­ais que ad­mi­te que não te­ve um ano de 2018 as­sim tão bom

Publico - Inimigo - - O INIMIGO PÚBLICO -

Os úl­ti­mos di­as de 2018 fi­ca­ram mar­ca­dos por uma exi­bi­ção ri­dí­cu­la de pu­bli­ca­ções nas re­des so­ci­ais de pes­so­as que fi­ze­ram ques­tão de mos­trar a se­gui­do­res que não co­nhe­cem de la­do ne­nhum o quan­to ti­ve­ram um ano re­ple­to de su­ces­sos pro­fis­si­o­nais e pes­so­ais. Pes­so­as com fa­mí­li­as bo­ni­tas, fe­li­zes, sau­dá­veis, ele­gan­tes, cul­tas, bem ar­ran­ja­di­nhas, lim­pi­nhas, cri­an­ças edu­ca­das, en­can­ta­do­ras, sem um pin­go de nó­do­as na rou­pa e de ra­nho no na­riz e que aos 4 anos já ado­ram ou­vir a mú­si­ca in­die do pai. Pes­so­as que ga­nham bem, con­se­guem pa­gar to­das as fac­tu­ras, vi­a­jam, co­mem em bons res­tau­ran­tes, vão a con­cer­tos, vão ao ci­ne­ma, trei­nam to­dos os di­as, têm tem­po li­vre pa­ra ac­ti­vi­da­des in­te­res­san­tes e ain­da aca­bam o ano com di­nhei­ro a so­brar. Mas um in­di­ví­duo re­sol­veu de­sa­fi­ar to­dos os có­di­gos das re­des so­ci­ais com uma pe­dra­da no char­co. “Aca­bou mais um ano de mer­da. Não con­se­gui atin­gir ne­nhum dos meus ob­jec­ti­vos. Odeio o meu tra­ba­lho, te­nho pro­ble­mas, odeio a mi­nha fa­mí­lia, não fui a la­do ne­nhum, não ti­ve tem­po pa­ra ver sé­ri­es, en­gor­dei, te­nho imen­sas con­tas pa­ra pa­gar e não te­nho di­nhei­ro. Bom 2019 pa­ra to­dos”, de­se­jou o po­bre di­a­bo. JH

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