“So­mos con­tra im que o no pú­bli­co al­gu­ma

Publico - Ipsilon - - Primeira Página -

Co­mo se ex­pli­ca uma obra que in­clui vi­o­lên­cia e nu­dez a cri­an­ças? “Acre­di­ta­mos que a ar­te de­ve ser aces­sí­vel a to­dos”, diz Ar­tu­ro Ga­lan­si­no, di­rec­tor do Pa­laz­zo Stroz­zi.

Ar­tu­ro Ga­lan­si­no, 43 anos, é, des­de 2015, di­rec­tor do Pa­laz­zo Stroz­zi, em Flo­ren­ça, que apre­sen­ta a ex­po­si­ção The Cle­a­ner, de Ma­ri­na Abra­mo­vic. An­tes, Ga­lan­si­no, que pas­sou tam­bém pe­lo Mu­seu do Lou­vre, em Pa­ris, e pe­la National Gal­lery e Royal Academy of Arts, em Lon­dres, le­vou a Flo­ren­ça ar­tis­tas co­mo Ai Weiwei (2016-17), Bill Vi­o­la (2017) e Cars­ten Hol­ler (2018). Mas a ex­po­si­ção de Ma­ri­na Abra­mo­vic trou­xe no­vos de­sa­fi­os ao Pa­laz­zo Stroz­zi.

A ideia de re­pe­ti­ção de uma per­for­man­ce (ou re­per­for­man­ce) é con­tro­ver­sa. Há qu­em ar­gu­men­te que não faz sen­ti­do re­pe­tir o que era su­pos­to ser um mo­men­to úni­co. Na re­tros­pec­ti­va de Ma­ri­na Abra­mo­vic, a op­ção foi apre­sen­tar vá­ri­as re­per­for­man­ces. Que sen­ti­do faz, na sua opi­nião?

Não me ca­be a mim jul­gar. A prá­ti­ca de Ma­ri­na Abra­mo­vic in­clui re­per­for­man­ces co­mo mé­to­do. Ela co­me­çou a fa­zê-lo no iní­cio de 2000 com Se­ven Easy

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