Fran­chi­se, ca­pí­tu­lo se­gun­do

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O que co­me­çou co­mo uma “pre­que­la” aos li­vros de Har­ry Pot­ter co­me­ça a acu­sar o pe­so de ter de ser uma sé­rie de fil­mes a cor­po in­tei­ro. Jor­ge Mou­ri­nha

Monstros Fantásticos: Os Cri­mes de Grindelwald Fan­tas­tic Be­asts: The Cri­mes of Grindelwald de Da­vid Yates com Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Dan Fo­gler Não era sur­pre­sa que, em­bo­ra ti­ves­se da­do por ter­mi­na­das as aven­tu­ras de Har­ry Pot­ter,, J. K. Ro­wling não ti­nha fe­cha­do por com­ple­to a por­ta de regresso ao seu uni­ver­so má­gi­co. E já aquan­do da es­treia de Monstros Fantásticos e On­de En­con­trá-los (2016) era sa­bi­do que a sua in­ten­ção era de­sen­vol­ver uma no­va sé­rie de “pre­que­las”, fei­tas di­rec­ta­men­te pa­ra o ci­ne­ma, à vol­ta de Newt Sca­man­der, o au­tor do ma­nu­al de ani­mais má­gi­cos que é lei­tu­ra obri­ga­tó­ria em Hogwarts. Os Cri­mes de Grindelwald éo se­gun­do dos cin­co fil­mes pre­vis­tos pa­ra esta no­va sé­rie, man­ten­do to­da a mes­ma equi­pa téc­ni­ca e cri­a­ti­va dos fil­mes an­te­ri­o­res — a co­me­çar pe­lo re­a­li­za­dor bri­tâ­ni­co Da­vid Yates (que pa­re­ce ter en­con­tra­do em­pre­go vi­ta­lí­cio a tra­du­zir em imagens a es­cri­ta de Ro­wling). Aqui, na Pa­ris de 1927, o que se jo­ga é a cap­tu­ra do feiticeiro Gel­lert Grindelwald, fu­gi­do à jus­ti­ça e de­sa­fi­an­do as leis do mun­do má­gi­co pa­ra im­por um re­gi­me di­ta­to­ri­al de fei­ti­cei­ros de “pu­ro san­gue”. E a cha­ve des­se do­mí­nio re­si­de no jo­vem ór­fão Cre­den­ce Ba­re­bo­ne, que pa­re­ce de­ter a cha­ve que lhe per­mi­ta as­su­mir o do­mí­nio

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