“In­cen­ti­vo tran­qui­li­zou-me”

Record (Portugal) - - SPORTING -

Já mar­ca há três jo­gos se­gui­dos. Es­ta­mos a ver o me­lhor Montero?

M - É di­fí­cil di­zer. Já se pas­sa­ram mui­tos anos des­de que che­guei ao Spor­ting. Evo­lui, te­nho mais ex­pe­ri­ên­cia e mais jo­gos dis­pu­ta­dos em Por­tu­gal. Es­tou a ser fe­liz, in­clu­si­va­men­te qu­an­do não mar­ca­va ti­ve sem­pre o apoio dos meus com­pa­nhei­ros, da equi­pa téc­ni­ca e dos pró­pri­os adep­tos. To­do o in­cen­ti­vo tran­qui­li­zou-me.

Na sua me­lhor épo­ca no Spor­ting (2013/14) fez 16 golos. Vai su­pe­rar es­sa mar­ca? M - O meu ob­je­ti­vo é sem­pre me­lho­rar em re­la­ção à épo­ca an­te­ri­or. Não mar­co só golos, tam­bém aju­do a equi­pa com mo­vi­men­tos pró­pri­os da mi­nha for­ma de jo­gar. Ten­to com­bi­nar as du­as coi­sas.

Es­te sis­te­ma tá­ti­co en­qua­dra-se no seu es­ti­lo?

M - As ca­rac­te­rís­ti­cas e os jo­ga­do­res que te­mos aju­dam­me mais a mos­trar o meu fu­te­bol. Sei que te­nho de jo­gar mais de cos­tas e gi­rar de for­ma a pro­cu­rar mais apoio. *

cam­pe­o­na­to por­tu­guês es­tá ca­da vez mais com­pe­ti­ti­vo, as equi­pas sa­bem ana­li­sar a for­ma de jo­gar dos gran­des. Mas du­as der­ro­tas não são si­nal pa­ra alarme. Dis­pu­tá­mos 20% da pro­va e ain­da há mais de 80 pon­tos por con­quis­tar. Es­tas der­ro­tas não nos fa­zem en­trar em pânico. Que­re­mos sim mos­trar aqui­lo de que so­mos fei­tos.

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