“Le­o­nar­do Jar­dim mar­cou-me”

Record (Portugal) - - SPORTING -

Qual foi o trei­na­dor que mais o mar­cou na sua car­rei­ra?

M - O pri­mei­ro que ti­ve na Eu­ro­pa, Le­o­nar­do Jar­dim. Na mi­nha for­ma­ção tam­bém ti­ve ex­ce­len­tes treinadores, que me aju­da­ram a ser o que sou ho­je, co­mo o Ser­gio An­gu­lo. Fo­ram treinadores que con­si­de­ro mui­to im­por­tan­tes.

Te­ve qua­tro treinadores no Spor­ting. Já fa­lou ne­le, do que gos­ta­va em Le­o­nar­do Jar­dim? M - A for­ma de tra­ba­lhar e a di­nâ­mi­ca que ele in­cu­te no jo­go da sua equi­pa. Aos 60’ de ca­da jo­go fa­zia subs­ti­tui­ções, pa­ra ga­ran­tir que os seus ex­tre­mos e avan­ça­dos ti­nham ener­gia pa­ra ata­car.

Mar­co Sil­va?

M - A sua qua­li­da­de co­mo pes­soa. Gos­ta­va de ino­var e ga­ran­tia que a sua equi­pa tro­cas­se mui­to a bo­la.

Jor­ge Je­sus?

M - A tá­ti­ca. Da­va li­ber­da­de no úl­ti­mo ter­ço do cam­po. A for­ça e a for­ma co­mo trans­mi­tia as men­sa­gens fa­zia-me re­cor­dar o meu pai. Lem­bro-me de que ele não gos­ta­va qu­an­do lhe res­pon­dia ‘sim, se­nhor’ [ri­sos]. Di­zia ‘Fredy, diz sim, mís­ter, ou sim, Je­sus!’.

E Jo­sé Peseiro?

M - É um trei­na­dor com am­bi­ção. Es­tá a po­ten­ci­a­li­zar os jo­vens que te­mos. Não é por aca­so que tem a his­tó­ria que tem com o Spor­ting. *

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