Ho­me­na­gem de pé

Record (Portugal) - - OPINIÃO -

Foi ao mi­nu­to 74, quan­do An­tó­nio Fo­lha de­ci­diu re­ti­rar Jack­son do ter­re­no de jo­go, que as ban­ca­das se ren­de­ram uma vez mais ao pon­ta-de-lan­ça. O Dra­gão le­van­tou-se pa­ra aplau­dir de pé aque­le que con­ti­nua a ser o jo­ga­dor com mais golos mar­ca­dos na ca­sa azul e bran­ca (49). Pou­cos mi­nu­tos de­pois, tam­bém Pau­li­nho vi­ria a ser subs­ti­tuí­do e a ge­ne­ra­li­da­de dos adep­tos sau­dou o bra­si­lei­ro, mas não da for­ma que o fi­ze­ram com Jack­son. O co­lom­bi­a­no, ho­je com 32 anos e lon­ge da me­lhor for­ma fí­si­ca, saiu em cla­ras di­fi­cul­da­des sob uma salva de pal­mas con­tí­nua que se pro­lon­gou ain­da du­ran­te al­guns se­gun­dos no ban­co de su­plen­tes. An­ti­gos com­pa­nhei­ros, co­mo Brahi­mi, fi­ze­ram ques­tão de per­cor­rer vá­ri­as de­ze­nas de me­tros pa­ra o cum­pri­men­ta­rem no tra­je­to, que cul­mi­nou com to­do o es­tá­dio a en­to­ar o seu an­ti­go cân­ti­co: “Ee­e­ee! Jack­son Mar­tí­nez! Uh! Ah! Faz um go­lo! Lá lá lá lá!” *

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