MATCHA LATTE

NOSHI – COFFEE HOUSE

Sábado - - Gourmet -

R. do Car­mo, 11, Porto

• 8h30-19h30 (Sáb. 9h-20h, dom. 10h-18h.) • Fe­cha 2.ª €12 (Pre­ço mé­dio)

Mal atra­ves­sá­mos a por­ta en­vi­dra­ça­da do Noshi sur­giu um matcha latte em ci­ma da me­sa. “É pa­ra nós?”, per­gun­tá­mos ad­mi­ra­dos com o ti­ming per­fei­to. Não era, mas pas­sou a ser – e com is­so o GPS pro­vou um matcha latte à mo­da de Pau­la Fernandes, a ges­to­ra de 31 anos que jun­ta­men­te com a mãe abriu o Noshi há um ano. “Gos­to sem­pre de ado­ci­car o meu matcha com canela e ge­leia de aga­ve”, uma com­bi­na­ção que em bre­ve vai pas­sar pa­ra a no­va car­ta, as­sim co­mo a li­mo­na­da de matcha e mel. De mo­men­to a be­bi­da – is­to é, o latte – é ser­vi­da na ver­são hot (€3) e iced (€3,30) que, des­con­tan­do a pre­sen­ça e a au­sên­cia de ge­lo, tem na ba­se os mes­mos ele­men­tos. São dois gra­mas de matcha dis­sol­vi­dos em água quen­te com a aju­da dos mo­vi­men­tos cir­cu­la­res de um ba­te­dor de bam­bu (o Cha­sen) – “que não in­ter­fe­re no sa­bor fi­nal” – aos quais é adi­ci­o­na­do o lei­te va­po­ri­za­do (com op­ções de lei­te de so­ja ou de amên­doa) abrin­do uma flor bran­ca no meio do verde do matcha. No Noshi, o latte po­de ser be­bi­do so­zi­nho, ao la­do de uma tos­ta ou de uma fa­tia de bo­lo, ou ao do­min­go a acom­pa­nhar o brun­ch (€13,90).

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