A “va­ci­na”

Sábado - - OPINIÃO -

De to­dos os paí­ses da União, o Rei­no Uni­do era aque­le que me­nos obri­ga­ções ti­nha em re­la­ção à União, com mui­tas po­lí­ti­cas pró­pri­as. E se, mes­mo as­sim, se con­si­de­ra que sair é uma “ca­tás­tro­fe”, ima­gi­ne-se o que acon­te­ce­ria com qual­quer ou­tro país. Co­mo se viu com a Gré­cia e se vai ver com a Itá­lia, a União Eu­ro­peia tor­nou-se um bun­ke­ron­de se po­de en­trar, mas de on­de é mui­to di­fí­cil sair. Os “eu­ro­peís­tas” acham que tem de ser as­sim pa­ra ha­ver uma “va­ci­na”, mas es­que­cem-se que es­ta do­en­ça es­tá den­tro e não fo­ra. Fo­ra tam­bém es­tá, mas é de ou­tra na­tu­re­za.

SU­SA­NA VILLAR

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