Júlia as­su­me pe­ran­te a fi­lha que ma­tou Fer­nan­do

AJOVEM VASCULHA O COMPUTADOR DA MÃE E ENCONTRA PESQUISAS SUSPEITAS. AO CONFRONTAR JÚLIA, ES­TA CONFESSATU­DO

Correio da Manha - Sexta - - Novelas -

EM CA­SA DE JÚLIA E VI­TÓ­RIA UMA VELA CON­TI­NUA ace­sa e o computador por­tá­til de Júlia está pou­sa­do na me­sa de cen­tro. A jo­vem en­tra e faz uma ex­pres­são de de­sa­gra­do. “Que chei­ro é es­te?”, ques­ti­o­na. Júlia vem a abo­to­ar uma ca­mi­sa en­quan­to a fi­lha re­pa­ra na vela. “O que é is­to, mãe?” Júlia ga­ran­te ser ape­nas uma vela de chei­ro. “De mau chei­ro! An­das a fazer bru­xa­ri­as ou­tra vez?”. A mu­lher ga­ran­te que não, mas Vi­tó­ria fi­ca des­con­fi­a­da. A mãe sai e dei­xa o computador li­ga­do, o que le­va a des­con­fi­a­da Vi­tó­ria a ir vas­cu­lhar o apa­re­lho. Abre o mo­tor de bus­ca e procura. Trans­tor­na­da, a jo­vem he­si­ta, mas em vez de fe­char a ja­ne­la, abre o his­tó­ri­co do mo­tor de bus­ca. Dei­xa­mos de ver o ecrã, mas ve­mos a ex­pres­são de Vi­tó­ria a pas­sar de des­con­fi­an­ça pa­ra es­pan­to e, fi­nal­men­te, cho­que.

En­tre­tan­to, Júlia re­gres­sa a ca­sa e a fi­lha con­fron­ta- a, sem per­der mais tem­po: “Ma­tas­te o Fer­nan­do?” Júlia fi­ca ató­ni­ca e a ra­pa­ri­ga ati­ra- lhe à ca­ra: “Eu vi o his­tó­ri­co no teu com- pu­ta­dor! An­das­te a pes­qui­sar so­bre em­bo­li­as, in­je­ções de ar! Pa­ra quê?!”

Sem mais na­da pa­ra ar­gu­men­tar, Júlia far­ta- se da con­ver­sa da fi­lha e confessa o cri­me: “Fui eu, sim. Fui eu que o ma­tei! Mas fi- lo por nós!”, ati­ra a mu­lher, de­ses­pe­ra­da.

JÚLIA DEI­XA A FI­LHA EM ES­TA­DO DE CHO­QUE COM A CON­FIS­SÃO

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