BARATO E JUS­TO TINTO DO TE­JO PA­RA O DIA A A DIA

Correio da Manha - Sexta - - Seleção Nacional -

PA R A T R I S T E Z A DOS PRO­DU­TO­RES E F E L I C I DAD E D OS CON­SU­MI­DO­RES, há ca­da vez mais vi­nhos bons e ba­ra­tos. Is­so é as­sim por­que a área de vi­nha cres­ceu imen­so em Por­tu­gal e por­que a ci­ên­cia vi­tí­co­la per­mi­te ho­je pro­du­ções re­gu­la­res de uvas com qua­li­da­de. Se a es­tes dois fa­to­res acres­cen­tar­mos o fac­to de o Mun­do ser um la­go de vi­nho e Por­tu­gal con­ti­nu­ar a ter di­fi­cul­da­de em ex­por­tar vi­nho a pre­ços in­te­res­san­tes, per­ce­be­mos as­sim por que ra­zão con­se­gui­mos um bom vi­nho por 4 € a garrafa.

To­da­via, é pre­ci­so que o con­su­mi­dor per­ce­ba que uma coi­sa é dar 4 € por gar­ra­fas de mar­cas que co­nhe­ce há mui­tos anos e ou­tra é dar o mes­mo va­lor por ou­tras de mar­cas que nas­ce­ram por obra e gra­ça dos gru­pos de distribuiç­ão, usa­das ape­nas pa­ra pro­mo­ver cam­pa­nhas de des­con­tos mi­la­gro­sos.

E es­te Quin­ta da Alor­na de 2016 não faz par­te do tal es­que­ma dos des­con­tos de 50, 60 ou 70%. Sem pre­ten­sões, é um tinto jo­vi­al com o se­lo de uma ca­sa his­tó­ri­ca, ho­nes­to e sa­bo­ro­so, que nas­ceu pa­ra aque­la si­tu­a­ção do dia a dia. Não vem com ca­te­go­ri­as in­ven­ta­das. É, por is­so mes­mo, barato, bom e jus­to.

ES­TA GARRAFA NÃO VEM COM CA­TE­GO­RI­AS CRI­A­DAS POR GRU­POS DE DISTRIBUIÇ­ÃO

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