VI­A­JAR NOTEMPO BAR É HOMENAGEM AO PE­RÍO­DO MEDIEVAL

Correio da Manha - Sexta - - À Noite Covil -

BE­BI­DAS E PETISCOS SERVIDOS EM COPOS DE BARRO E TÁBUAS DE XISTO

HIDROMEL À PRES­SÃO, CHOURIÇO ASSADO, CER­VE­JA ARTESANAL e uma boa do­se de co­nhe­ci­men­tos his­tó­ri­cos são a re­cei­ta per­fei­ta pa­ra quem pro­cu­ra uma vi­a­gem à Ida­de Mé­dia, no bar Co­vil, em Lis­boa.

Inau­gu­ra­do no dia 26 de ja­nei­ro, es­te es­pa­ço no­tur­no ( e não só) pro­me­te ser uma boa apos­ta pa­ra uma noi­ta­da pau­ta­da pe­lo con­ví­vio en­tre ami­gos nu­ma das me­sas do nú­me­ro 45 da Cal­ça­da de Ar- roi­os. O Co­vil nas­ceu do so­nho dos pro­pri­e­tá­ri­os, Mar­ga­ri­da Ca­lhei­ros e Rui Ale­xan­dre, e di­fe­ren­cia- se pe­la de­co­ra­ção, a re­me­ter pa­ra o pe­río­do medieval. Os petiscos são servidos em tábuas de xisto e as be­bi­das em copos de barro.

E por fa­lar em be­bi­das, o que po­de ca­lhar me­lhor do que uma cer­ve­ja artesanal? O car­dá­pio dá a es­co­lher en­tre as por­tu­gue­sas Onyx, La­gu­ni­tas e Trin­da­de. Tam­bém há hidromel à pres­são. Pa­ra acom­pa­nhar, a ofer­ta é variada. O menu vai des­de as tábuas de quei­jos, de car­ne ou pei­xe fu­ma­do, às tos­tas de pão con­ven­ci­o­nal ou em pão de bo­lo­ta com do­ce. To­das es­tas pro­pos­tas têm uma coi­sa em co­mum: os i ngre­di­en­tes já exis­ti­am na Ida­de do Fe rro, q u e mar­ca o fi m d a Pré- His­tó­ria.

O Co­vil tem du­as sa­las e ca­pa­ci­da­de pa­ra 30 pes­so­as sen­ta­das. Es­tá aber­to de ter­ça- fei­ra a sá­ba­do des­de as 16h00 às 00h00; às sex­tas e aos sá­ba­dos o ho­rá­rio alar­ga- se até às 02h00.

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