Pau­lo é rap­ta­do pa­ra não po­der do­ar me­du­la e sal­var Ar­tur

Correio da Manha - Sexta - - Novelas -

N O H O S P I TA L , O MONGE CO­ME­ÇA A SER pre­pa­ra­do pa­ra do­a­ção de me­du­la e es­tá ador­me­ci­do. Piedade des­pe­ja um lí­qui­do na so­pa do fi­lho e diz ao pa­dre que têm de se es­con­der. Eu­gé­nio per­gun­ta a Je­sus se Ar­tur irá re­a­gir bem ao trans­plan­te e o mé­di­co acha que sim. Piedade e o pa­dre sur­gem no hospital a em­pur­rar um car­ro de la­van­da­ria e co­lo­cam Pau­lo lá den­tro. Um es­ti­va­dor me­te o car­ri­nho de la­van­da­ria, num con­ten­tor. O mé­di­co diz a Ar­tur que che­gou o gran­de dia, en­tram du­as en­fer­mei­ras e di­zem que Pau­lo de­sa­pa­re­ceu. Ar­tur co­me­ça a pen­sar que o monge de­sis­tiu da do­a­ção, por al­gum re­ceio, e que se foi em­bo­ra vo­lun­ta­ri­a­men­te. Ao con­trá­rio, Jú­lia acha que fi ze­ram de­sa­pa­re­cer o do­a­dor e quer cha­mar a PJ. Mais tar­de, Pau­lo abre os olhos e per­ce­be que es­tá fe­cha­do num con­ten­tor. De­ses­pe­ra­do, co­me­ça a gri­tar por aju­da, mas nin­guém o ou­ve. O ra­paz es­tá de­ses­pe­ra­do por nem sa­ber on­de es­tá, quan­do ou­ve um api­to do na­vio e per­ce­be que es­tá fe­cha­do num con­ten­tor em al­to mar.

AO ACORDAR, PAU­LO PER­CE­BE QUE ES­TÁ DEN­TRO DE UM CON­TEN­TOR EM AL­TO MAR

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