PA­TRI­MÓ­NIO DA HU­MA­NI­DA­DE FOI CA­SA DE INFANTES E REIS

Correio da Manha - Sexta - - História E Modernidad­e -

D EC L ARA­DO MONUMENTO ‘ PA­TRI­MÓ­NIO DA HU­MA­NI­DA­DE’ em 1983, o Con­ven­to dos Ca­va­lei­ros de Cris­to de To­mar es­tá in­te­gra­do no Castelo Tem

plá­rio li­no, pas­san­do pe­lo re­nas­ci­men­to e ma­nei­ris­mo, até ao bar­ro­co. Foi ca­sa do In­fan­te D. Hen­ri­que, que man­dou cons­truir dois claus­tros. São do tem­po de D. Ma­nu­el I e do seu fi­lho D. João III os claus­tros qui­nhen­tis­tas, mas foi D. Fi­li­pe II, que se tor­nou rei de Por­tu­gal nas Cor­tes de To­mar, quem man­dou con­cluir o claus­tro prin­ci­pal e deu iní­cio ao Aque­du­to dos Pe­gões, con­cluí­do por Fi­li­pe III. Edi­fi­ca­do pe­los Templários a par­tir da Cha­ro­la, o Con­ven­to deu abri­go à Or­dem de Cris­to a par­tir do sé­cu­lo XIV. No en­tan­to, o tem­plo de plan­ta re­don­da tem ma­triz na igre­ja que o im­pe­ra­dor Cons­tan­ti­no cons­truiu so­bre o San­to Se­pul­cro, em Je­ru­sa­lém.

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