Ve­nha daí à fei­ra do mel e das cas­ta­nhas

HÁ TRIN­TA ANOS QUE UMA FEI­RA PRO­MO­VE DOIS DOS PRO­DU­TOS MAIS EM­BLE­MÁ­TI­COS DA LOU­SÃ. DE HO­JE A DO­MIN­GO SÃO DI­AS DE ANI­MA­DO EN­CON­TRO EN­TRE PRO­DU­TO­RES E CON­SU­MI­DO­RES

Correio da Manha - Sexta - - Primeira Página -

Omel é um dos pro­du­tos mais atra­ti­vos da ser­ra da Lou­sã. Um sa­bor de ele­va­da qua­li­da­de, pro­du­zi­do atra­vés do apro­vei­ta­men­to da ve­ge­ta­ção e da na­tu­re­za em es­ta­do pu­ro da ser­ra, lo­ca­li­za­da no Cen­tro do País. Nos úl­ti­mos anos, os in­cên­di­os e a ves­pa ve­lu­ti­na têm si­do um en­tra­ve à pro­du­ção. Pa­ra a pro­mo­ção do Pro­du­to com De­no­mi­na­ção de Ori­gem Pro­te­gi­da, a Câ­ma­ra Mu­ni­ci­pal da Lou­sã re­a­li­za há 30 anos a ‘Fei­ra do Mel e da Cas­ta­nha’, jun­tan­do na lo­ca­li­da­de vá­ri­os pro­du­to­res e con­su­mi­do­res. Uma opor­tu­ni­da­de úni­ca pa­ra co­nhe­cer de per­to os pro­du­to­res e per­ce­ber os mé­to­dos de ela­bo­ra­ção de um dos sa­bo­res mais apre­ci­a­dos da ser­ra. Ao do­ce do mel jun­tou-se a cas­ta­nha. São mui­tos os cas­ta­nhei­ros que com­põem e dão for­ma à pai­sa­gem da Lou­sã. E um magusto é sem­pre um bom mo­ti­vo pa­ra uma vi­si­ta ao cer­ta­me. A ini­ci­a­ti­va tem iní­cio ho­je e ter­mi­na no do­min­go, re­a­li­zan­do-se no Par­que Mu­ni­ci­pal de Ex­po­si­ções e con­tan­do com a pre­sen­ça de mais de 160 ex­po­si­to­res (api­cul­to­res, ar­te­sãos, ven­de­do­res de cas­ta­nhas e gas­tro­no­mia). A ini­ci­a­ti­va apre­sen­ta um pro­gra­ma di­ver­si­fi­ca­do com ati­vi­da­des que ali­am a tra­di­ção e a ino­va­ção, on­de são es­pe­ra­dos cer­ca de 30 mil vi­si­tan­tes.

CAS­TA­NHAS E NO­VA CER­VE­JA

Na fei­ra des­te ano se­rá lan­ça­da a cer­ve­ja ‘Lau­sus-Lou­sã’, ela­bo­ra­da com er­vas aro­má­ti­cas da ser­ra da Lou­sã, en­tre as quais a hor­te­lã e lú­cia-li­ma. Na ini­ci­a­ti­va se­rão ain­da pro­mo­vi­dos al­guns show­co­o­kings que pro­cu­ram pro­mo­ver os sa­bo­res lo­cais. A ani­ma­ção es­tá ga­ran­ti­da ao lon­go dos três di­as do even­to, com vá­ri­os es­pe­tá­cu­los. A tar­de de do­min­go ter­mi­na com a re­a­li­za­ção de um magusto tra­di­ci­o­nal no lo­cal da fei­ra. No es­pa­ço de cin­co mil me­tros qua­dra­dos, há ain­da tas­qui­nhas com vá­ri­os pe­tis­cos e ar­te­sãos que dão a co­nhe­cer os seus tra­ba­lhos. A Fei­ra do Mel e da Cas­ta­nha é uma opor­tu­ni­da­de pa­ra co­nhe­cer os re­can­tos da ser­ra, as al­dei­as de xis­to e as su­as gen­tes.

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