ISABU JA KAKALUNGA PRO­VÉR­BI­OS DE KAKALUNGA

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Vol­ta a me­dir o teu amor, pa­ra que não te ar­re­pen­das no fu­tu­ro.

2.- Re­ad­qui­re a tua es­pe­ran­ça, pa­ra que não te hu­mi­lhem.

3.- Re­ad­qui­re o teu di­nhei­ro que em­pres­tas­te, pa­ra que não te des­pe­jem na des­gra­ça. 4.- Não re­a­ge se vi­res al­guém que te quer in­sul­tar.

5.- Tem juí­zo quan­do vi­res que tens mui­to di­nhei­ro, pa­ra que não cai­as na po­bre­za. 6.- É pre­fe­rí­vel ter juí­zo do que não tê-lo. 7.-

7.- Não se en­fu­re­ça co­mo um lou­co, pa­ra que não te ape­li­dem fu­ri­o­so.

8.- Não exa­ge­re na ir­ri­ta­ção do mun­do, pa­ra que te­nha um di­vi­no vi­ver.

9.- Não se apres­se des­sa ma­nei­ra co­mo o ven­to a fu­gir pa­ra lon­ge a al­ta ve­lo­ci­da­de. 10.-

10.- Não fuja do so­pro do ven­to, por­que é um so­pro de li­ber­da­de.

11.- Não odeia a li­ber­da­de de quem se apar­ta, pois es­sa li­ber­da­de tem a al­ma re­ple­ta de ódio. Não ames quem odeia a li­ber­da­de, pa­ra que não te odei­em. 13.-

13.- Te­nha cui­da­do com quem fal­ta ao res­pei­to, por­que ele se es­con­de on­de há pa­la­vras de li­ber­da­de.

14.- Não fu­jas de es­tar na ilha de Lu­an­da, pois é lá que a di­vin­da­de das águas te es­pe­ra.

15.- Não odeia a li­ber­da­de alheia, pa­ra que não te fal­te a li­ber­da­de de es­ta­res na eter­ni­da­de. 16.- A li­ber­da­de não é a mes­ma coi­sa que a fal­ta de res­pei­to. 17.- A vir­tu­de e a li­ber­da­de são ir­mãs. 18.-

Não te­nha me­do ini­mi­go, pa­ra que vos equi­pa­reis na au­dá­cia. 19.-

19.- Quem po­de ter ne­tos po­de en­con­trar a sua fe­li­ci­da­de nes­te mun­do em que es­ta­mos. 20.- Te­nha pi­e­da­de des­ta pes­soa fa­min­ta.

21.- Te­nha pi­e­da­de de quem não con­se­gue va­lo­ri­zar to­do o seu tra­ba­lho.

22.- Não ama o ódio do de­mó­nio, pa­ra que en­tres bem na eter­ni­da­de on­de já te es­pe­ram.

23.- O va­lor do mun­do en­con­tra-se na cons­ci­ên­cia das pes­so­as.

24.- O mi­lho que dei­xa uma es­tei­ra su­ja, tam­bém dei­xa o res­pei­to su­jo na li­xei­ra. (o va­lor de uma coi­sa não é cons­tan­te).

26.-O va­lor de uma coi­sa qual­quer trás fe­li­ci­da­de e des­gra­ça pa­ra quem es­tá a seu la­do. (o ri­co sor­ri e o po­bre cho­ra).

27.Não te­nha pre­fe­rên­cia por coi­sas sem va­lor. 28.-

28.Va­lo­ri­za tu­do que se pa­re­ce com al­go sem va­lor. (as apa­rên­ci­as ilu­dem). 29.-Pre iro apro­xi­mar-me de­le ago­ra pa­ra que eu vá di­zer- lhe que ve­nha aqui. ver- te fe­liz. 30.- O meu agra­do é 31.- O pra­zer de uma pes­soa é en­con­tra­do em to­dos seus sor­ri­sos.

32.- Não sor­ria co­mo um lou­co pa­ra que não não fa­çam quei­xa de ti di­zen­do que es­tás ma­lu­co.

33.- Não se or­gu­lhe de que só vo­cê con­se­gue ca­mi­nhar lon­ge. (é pre­ci­so con iar na ca­pa­ci­da­de dos ou­tros). 34.-

34.- As vir­tu­des de uma pes­soa for­ta­le­cem a al­ma de quem cho­ra. 35.-

35.- Deu- me pra­zer vê - lo apro­xi­mar-se de mim com o seu ba­laio re­ple­to de mi­lho so­bre a ca­be­ça.

Quis­san­ge com cai­xa de res­so­nân­cia

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