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Jornal Cultura - - ECO DE ANGOLA -

Ma­ni­con­go ao ca­to­li­cis­mo no sé­cu­lo XVI, e re­no­me­a­da de vol­ta pa­ra Mban­za Kon­go em 1975.

Des­de a fun­da­ção do Rei­no do Kon­go, no sé­cu­lo XIII, a ci­da­de de Mban­za Kon­go foi a ca­pi­tal, o cen­tro po­lí­ti­co, eco­nó­mi­co, so­ci­al e cul­tu­ral, se­de do rei e a sua cor­te, e co­mo tal o cen­tro das de­ci­sões. Si­tu­a­da num pla­nal­to com mais de 500 me­tros de al­ti­tu­de, Mban­za Kon­go foi a ca­pi­tal po­lí­ti­ca e es­pi­ri­tu­al do Rei­no do Con­go en­tre os sé­cu­los XIV e XIX. Mas, anos após a che­ga­da dos por­tu­gue­ses co­me­çou o de­clí­nio da ci­da­de que era um bas­tião de Áfri­ca e pas­sou a ser de­pois uma vi­la mís­ti­ca e es­pi­ri­tu­al do gru­po et­no­lin­guís­ti­co ki­kon­go.

Ac­tu­al­men­te con­ta com uma po­pu­la­ção es­ti­ma­da em 155 mil e 174 ha­bi­tan­tes (da­dos do úl­ti­mo cen­so). A ci­da­de pos­sui cin­co bair­ros, no­me­a­da­men­te Sa­gra­da Es­pe­ran­ça, 4 de Fe­ve­rei­ro, 11 de No­vem­bro, Ál­va­ro Bu­ta e Mar­tins Ki­di­to.

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