Ra­ci­o­cí­nio Ló­gi­co

Jornal de Angola - - LAZER -

Es­te tes­te é cons­ti­tuí­do por uma fra­se a que fal­ta a úl­ti­ma pa­la­vra. É ne­ces­sá­rio en­con­trar es­sa pa­la­vra de mo­do a com­ple­tar a fra­se. 1-

A.

Sa­pa­to es­tá pa­ra Ca­be­ça; pé co­mo co­lar

B.

Pei­to; es­tá pa­ra:

C.

Bo­ca;

- Meu ca­ro ami­go, ve­jo que no seu li­vro fa­la de mo­men­tos de fra­que­za que dei­xam “um do­lo­ro­so vá­cuo”. - Sim, e en­tão? - O ami­go já viu al­gu­ma coi­sa va­zia que pu­des­se do­er?

- O meu ami­go nun­ca te­ve do­res de ca­be­ça? **********

O ma­ri­do vol­ta do mé­di­co e a mu­lher per­gun­ta-lhe: - En­tão? O que te dis­se o mé­di­co? - Proi­biu-me de fu­mar e de be­ber. - Eu ti­nha ra­zão: sem­pre te dis­se que fu­mar e be­ber te fa­zia mal. Tens que acre­di­tar nos mé­di­cos.

- Mas... tam­bém me proi­biu de tra­ba­lhar.

- O quê? E tu ain­da acre­di­tas em tu­do o que te di­zem os mé­di­cos? ***********

O ge­ren­te cha­ma o em­pre­ga­do re­cém-ad­mi­ti­do pa­ra lhe dar as pri­mei­ras ins­tru­ções: - Qual é o seu no­me? - Jo­sé - res­pon­de o em­pre­ga­do. - Olhe, eu não sei em que em­pre­sa tra­ba­lhou an­tes, mas aqui nós não tra­ta­mos as pes­so­as pe­lo seu pri­mei­ro no­me. É mui­to fa­mi­li­ar e po­de le­var à per­da de au­to­ri­da­de. Eu cha­mo os meus em­pre­ga­dos pe­lo so­bre­no­me: An­tó­nio, Ma­tos, Sou­sa... E os fun­ci­o­ná­ri­os tra­tam-me por se­nhor Mendonça. Bem, ago­ra qu­e­ro sa­ber, qual é o seu no­me? O em­pre­ga­do res­pon­de: - O meu no­me com­ple­to é Jo­sé Qu­e­ri­do.

- Es­tá cer­to, Jo­sé. Ago­ra, po­de ir...

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