Ter­mó­me­tros dos hos­pi­tais com con­tro­lo de qua­li­da­de

Jornal de Angola - - SOCIEDADE - CLÁUDIA MUHATILI |

O Ins­ti­tu­to An­go­la­no de Nor­ma­li­za­ção e Qua­li­da­de (IANORQ) vai, em bre­ve, fa­zer o con­tro­lo de qua­li­da­de dos ter­mó­me­tros dos hos­pi­tais, se­gun­do deu a co­nhe­cer o che­fe do de­par­ta­men­to de Me­tro­lo­gia da ins­ti­tui­ção.

“Co­me­çá­mos em 2005 a fa­zer o con­tro­lo me­tro­ló­gi­co dos ins­tru­men­tos de me­di­ção, no­me­a­da­men­te das bom­bas de com­bus­tí­vel e das ba­lan­ças co­mer­ci­ais. Es­ta­mos a tra­ba­lhar no sen­ti­do de dar sequên­cia ao con­tro­lo dos ter­mó­me­tros nos hos­pi­tais”, dis­se Omar Si­mão, num en­con­tro com jor­na­lis­tas de vá­ri­os ór­gãos de co­mu­ni­ca­ção so­ci­al, em Lu­an­da.

Lau­ren­ti­no Can­ga, director-ge­ral do Ins­ti­tu­to An­go­la­no de Nor­ma­li­za­ção e Qua­li­da­de (IANORQ), des­ta­cou o for­ta­le­ci­men­to do sis­te­ma an­go­la­no de qua­li­da­de, a co­me­çar pela pro­tec­ção do am­bi­en­te e da saú­de da po­pu­la­ção e su­bli­nhou que a qua­li­da­de é uma apos­ta que ca­da um dos ope­ra­do­res do mer­ca­do de­ve en­ten­der co­mo o au­ge do seu pro­du­to, de for­ma a pro­pi­ci­ar mais va­lor ao que pro­duz, em ter­mos in­dus­tri­ais ou dos ser­vi­ços que pres­ta.

O res­pon­sá­vel deu a co­nhe­cer que o IANORQ tem a res­pon­sa­bi­li­da­de da cri­a­ção de nor­mas téc­ni­cas com vis­ta a ori­en­tar co­mo se de­ve de­sen­vol­ver um de­ter­mi­na­do pro­ces­so de pro­du­ção ou um ser­vi­ço, além de dar sub­sí­di­os à pro­du­ção na­ci­o­nal atra­vés dos me­ca­nis­mos de nor­ma­li­za­ção da me­tro­lo­gia. Aler­tou, con­tu­do, que à ins­ti­tui­ção não ca­be fa­zer a ava­li­a­ção da con­for­mi­da­de ou qua­li­da­de dos pro­du­tos.

O director do de­par­ta­men­to de Me­tro­lo­gia, Omar Si­mão, ex­pli­cou que o de­cre­to-lei 17/02 dis­põe que qual­quer uten­te de um ins­tru­men­to de me­di­ção de­ve sub­me­tê-lo ao IANORQ pa­ra um con­tro­lo me­tro­ló­gi­co que cer­ti­fi­que a fi­a­bi­li­da­de dos re­sul­ta­dos for­ne­ci­dos.

O IANORQ é um ór­gão da ad­mi­nis­tra­ção in­di­rec­ta do Es­ta­do an­go­la­no, do­ta­do de au­to­no­mia fi­nan­cei­ra e pa­tri­mo­ni­al, com fun­ções de ór­gão pú­bli­co re­gu­la­dor no âm­bi­to da qua­li­da­de. Pro­mo­ve a re­gu­la­men­ta­ção e a adop­ção das po­lí­ti­cas da qua­li­da­de, com vis­ta ao au­men­to da pro­du­ti­vi­da­de, com­pe­ti­vi­da­de e cre­di­bi­li­da­de das em­pre­sas, ga­ran­tin­do uma ac­tu­a­ção so­ci­al­men­te res­pon­sá­vel e a ex­ce­lên­cia na pres­ta­ção de ser­vi­ços.

DR

Pe­que­no apa­re­lho in­flu­en­cia di­ag­nós­ti­cos

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