O tesouro da Oi

Correio da Bahia - - Mais -

Os sá­bi­os do gru­po de tra­ba­lho cri­a­do pe­lo go­ver­no pa­ra ne­go­ci­ar a re­cu­pe­ra­ção ju­di­ci­al da Oi pre­ci­sam fi­car es­per­tos com o pa­trimô­nio do fun­do de pen­são dos fun­ci­o­ná­ri­os da em­pre­sa. A ex-Su­per­Te­le tem uma dí­vi­da de R$ 65,4 bi­lhões, mas a Fun­da­ção Atlân­ti­co tem um tesouro de R$ 8 bi­lhões. Tra­ta-se de um fun­do tão sau­dá­vel que se­ria fá­cil de­pe­ná-lo.

Quem em­pres­tou di­nhei­ro à Oi que vá à lu­ta pa­ra sal­var o seu. Va­le tu­do, in­clu­si­ve acro­ba­ci­as con­tá­beis e co­ne­xões po­lí­ti­cas, pa­ra pe­dir re­fres­cos ao BNDES. Não é ra­zoá­vel, con­tu­do, que se ar­mem es­que­mas pa­ra avan­çar no pe­cú­lio de 25 mil tra­ba­lha­do­res. O aler­ta é ne­ces­sá­rio, por­que, há al­guns anos, di­re­to­res, bu­ro­cra­tas e for­ne­ce­do­res ra­pa­ces de­pe­na­ram o fun­do Ae­rus e dei­xa­ram 20 mil ae­ro­nau­tas na rua da amar­gu­ra.

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