Mais es­ta­dos ava­li­am bai­xar alí­quo­ta de ICMS

Correio da Bahia - - Mais - COM IN­FOR­MA­ÇÕES DO G1

De­pois que Rio de Ja­nei­ro e Ma­to Gros­so do Sul re­du­zi­ram a alí­quo­ta do ICMS (Im­pos­to so­bre Cir­cu­la­ção de Mer­ca­do­ri­as e Serviços) so­bre o di­e­sel, ou­tros 3 es­ta­dos ava­li­am di­mi­nuir o tri­bu­to: Acre, Ama­pá e Ser­gi­pe, se­gun­do le­van­ta­men­to do G1 em to­do o país. Se­gun­do o Mi­nis­té­rio da Fa­zen­da, os es­ta­dos têm au­to­no­mia pa­ra de­ci­dir su­as alí­quo­tas do ICMS a par­tir de um pi­so de 12%. Pa­ra re­du­zir es­te per­cen­tu­al, o es­ta­do de­ve fa­zer um pe­di­do de au­to­ri­za­ção no Con­faz (Con­se­lho Nacional de Po­lí­ti­ca Fa­zen­dá­ria) via as­sem­bleia le­gis­la­ti­va ou pro­pos­ta de con­vê­nio.

O go­ver­no do Rio de Ja­nei­ro re­du­ziu a alí­quo­ta de 16% pa­ra 12%. Já em Ma­to Gros­so do Sul, o per­cen­tu­al caiu de 17% pa­ra 12%. A mu­dan­ça nes­ses es­ta­dos acon­te­ceu após a gre­ve dos ca­mi­nho­nei­ros em meio a com­pro­mis­sos as­su­mi­dos pe­los go­ver­nos pa­ra re­du­zir o pre­ço do di­e­sel e ga­ran­tir o fim das pa­ra­li­sa­ções.

Das 27 uni­da­des da Fe­de­ra­ção, 18 des­car­tam a pos­si­bi­li­da­de de ava­li­ar uma re­du­ção das alí­quo­tas so­bre o di­e­sel, ci­tan­do so­bre­tu­do fal­ta de es­pa­ço fis­cal pa­ra abrir mão des­ta ar­re­ca­da­ção. Ou­tros 4 es­ta­dos não res­pon­de­ram. Atu­al­men­te, as alí­quo­tas de ICMS pa­ra o di­e­sel va­ri­am no país de 12% a 25%. Es­sa di­fe­ren­ça de tri­bu­ta­ção é um dos fa­to­res que ex­pli­cam a va­ri­a­ção de pre­ços dos com­bus­tí­veis en­tre os es­ta­dos.

A alí­quo­tas mais al­tas são as do Ama­pá (25%) e Ma­ra­nhão (20%). A mais bai­xa, de 12%, é pra­ti­ca­da atu­al­men­te por 7 es­ta­dos: Es­pí­ri­to San­to, Ma­to Gros­so do Sul, Pa­ra­ná, San­ta Ca­ta­ri­na, São Paulo, Rio de Ja­nei­ro e Rio Gran­de do Sul. Em 3 es­ta­dos, o ICMS foi ele­va­do no ano pas­sa­do. É o ca­so da Bahia, que au­men­tou a alí­quo­ta de 17% pa­ra 18%. Em Goiás, o va­lor su­biu de 15% pa­ra 16%, e no Pi­auí, de 17% pa­ra 18%.

Ain­da de acor­do com o le­van­ta­men­to, os es­ta­dos em que os pre­ços de re­fe­rên­cia fo­ram man­ti­dos após o fim da gre­ve, os go­ver­nos fa­lam em per­da de ar­re­ca­da­ção e em di­fi­cul­da­de de re­du­zir os va­lo­res da ta­be­la.

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