“Meu na­mo­ra­do já me traiu vá­ri­as ve­zes, e das ma­nei­ras mais sór­di­das”

Guia Astral - - História Da Capa -

Olá, João Bi­du! Ado­ro as su­as re­vis­tas e na­ve­gar pelo seu si­te é muito bom! É o se­guin­te. Mo­ro com o meu na­mo­ra­do que já me traiu vá­ri­as ve­zes, e das ma­nei­ras mais sór­di­das. Já en­con­trei san­gue de mens­tru­a­ção na minha ca­ma e men­sa­gens de­le mar­can­do de le­var ou­tra mu­lher para nos­sa ca­sa. Sem fa­lar que ele não tra­ba­lha e não es­tu­da, fa­la que vai ar­ru­mar um em­pre­go, que ago­ra as coi­sas mu­da­ram... Mas é agres­si­vo, já me deu até uma cha­ve de pes­co­ço por uma bri­gui­nha de mer­ca­do. Que­ria uma sim­pa­tia para ter mais amor-pró­prio, me amar em pri­mei­ro lu­gar! Meu na­mo­ra­do é o ho­mem mais bo­ni­to que já vi na minha vi­da, ele sa­be que é bo­ni­to e ti­ra on­da com is­so... A mãe de­le me ex­plo­ra, pas­sa de to­dos os li­mi­tes, fa­la que eu sou fres­ca e que ho­mem trai mes­mo... Me aju­de, João! Por fa­vor! Ma­ri­a­na

“Mui­tas ve­zes as apa­rên­ci­as en­ga­nam”

— Ô, Ma­ri­a­na, in­fe­liz­men­te, aque­le ve­lho di­ta­do é ver­da­dei­ro: o amor é ce­go. E, nes­se ca­so, sur­do, sem no­ção... Olha, seu na­mo­ra­do po­de até ser o ca­ra mais bo­ni­to do mun­do, mas be­le­za não é tu­do, que­ri­da. Mui­tas ve­zes as apa­rên­ci­as en­ga­nam, e não é por­que ele é bo­ni­to que po­de fa­zer to­dos es­ses ab­sur­dos, ok? Vo­cê já aguen­tou mu­u­ui­ta coisa des­se bru­ta­mon­te — e até da mãe de­le! — e es­tá na ho­ra de dar um bas­ta nes­sa si­tu­a­ção de uma vez por to­das. A sim­pa­tia pra ter mais amor-pró­prio vo­cê en­con­tra na pá­gi­na 48, na se­ção Ma­gi­as po­de­ro­sas, ok? E vo­cê tem to­da a ra­zão em se amar em pri­mei­ro lu­gar, pois só as­sim vai con­se­guir en­con­trar for­ças para to­mar uma ati­tu­de e sair des­sa bai­ta fu­ra­da. Afi­nal, de­pois de tu­do que o seu na­mo­ra­do já fez com vo­cê, não acre­di­to que ele vá mu­dar de uma ho­ra para ou­tra — e co­mo diz ou­tro di­ta­do fa­mo­so, an­tes só do que mal acom­pa­nha­do. Es­tá na ho­ra de ir atrás da sua fe­li­ci­da­de e bus­car al­guém que se­ja bo­ni­to por den­tro tam­bém, que te ame, va­lo­ri­ze e res­pei­te. É di­fí­cil, dói pra ca­ram­ba, mas o tem­po ci­ca­tri­za to­das as fe­ri­das, va­leu?

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