CAS­SI­NO DE MON­TE-CAR­LO

Qual Viagem - - MÔNACO -

E, vol­tan­do a fa­lar das cor­ri­das, quan­tas e quan­tas ve­zes já não vi­mos pe­la TV os bó­li­dos pas­san­do em al­ta ve­lo­ci­da­de bem em fren­te ao Cas­si­no de Mon­te-car­lo. Si­tu­a­do na Pla­ce du Ca­si­no (ou Ca­si­no Squa­re), a obra-pri­ma do ar­qui­te­to Char­les Gar­ni­er foi inau­gu­ra­da em abril de 1863 e con­ce­bi­da ao re­dor de um átrio de már­mo­re cer­ca­do por 28 co­lu­nas jô­ni­cas de ônix. Tão gran­de quan­to o Pa­lá­cio Real tem 150 me­tros so­men­te de fa­cha­da. O lobby de en­tra­da tam­bém tem di­men­sões que im­pres­si­o­nam: 30m x 14m e 9m de al­tu­ra. Os sun­tu­o­sos sa­lões de jo­gos são de­co­ra­dos com vi­trais, es­cul­tu­ras e pin­tu­ras. Aci- ma de tu­do um lu­gar de ele­gân­cia, seu de­sign con­tem­pla re­ló­gi­os e ja­ne­las di­fe­ren­te­men­te de ou­tros pe­lo mun­do.

O mag­ní­fi­co pré­dio – re­fe­rên­cia da Bel­le Épo­que – in­cor­po­ra tam­bém a Sal­le Gar­ni­er, que da­ta de 1879. Te­a­tro à ita­li­a­na em tons de ver­me­lho e re­ves­ti­do de ou­ro - com bai­xos-re­le­vos e es­cul­tu­ras -, é on­de são re­a­li­za­dos im­por­tan­tes es­pe­tá­cu­los. Ela lem­bra a fa­mo­sa Ópe­ra de Paris e éa úni­ca com vis­ta pa­ra o mar. Seu pal­co re­ce­be, há mais de um sé­cu­lo, mon­ta­gens lí­ri­cas in­ter­na­ci­o­nais, con­cer­tos e ba­lés.

O cas­si­no es­tá di­vi­di­do em qu­a­tro gran­des sa­las e dois es­pa­ços pri­va­ti­vos - Sal­le Mé­de­cin e Sal­le Tou­zet Nord & Sud - pa­ra jo­ga­do­res es­pe­ci­ais. Ne­las há ser­vi­ços per­so­na­li­za­dos e são pal­cos de even­tos mun­di­ais im­por­tan­tís­si­mos. A apos­ta mí­ni­ma nes­sas sa­las é de € 25 mil. Em ou­tras­qua­tro sa­las su­per pri­vê pa­ra milionários, cla­ro, a apos­ta mí­ni­ma é de € 250 mil, mas há fi­chas de até € 1mi­lhão.

Lo­ca­li­za­da na en­tra­da, a Sal­le Re­nais­san­ce ofe­re­ce as pri­mei­ras 50 má­qui­nas ca­ça-ní­queis. Tam­bém de­di­ca­da aos ca­ça-ní­queis, a Sal­le des Amé­ri­ques com­bi­na ele­gân­cia e pa­re­des de­co­ra­das em tons dou­ra­dos com de­ta­lhes em ver­me­lho. Se­guin­do, a Sal­le Eu­ro­pa reú­ne jo­gos de me­sa bem no cen­tro do cas­si­no e sob lus­tres de cris­tal. Ne­le es­tão os res­tau­ran­tes Le Train Bleu e Le Sa­lon Ro­se, que ofe­re­cem lin­da vis­ta pa­no­râ­mi­ca so­bre o Me­di­ter­râ­neo. Já a Sal­le Blan­che, ori­gi­nal­men­te con­ce­bi­da co­mo um sa­lão so­ci­al, é on­de es­tão os jo­gos de ro­le­tas, Pun­to Ban­co, Black Jack, pô­quer Ul­ti­ma­te Te­xas Hold e me­sas Tren­te et Qu­a­ran­te. A ca­sa de jo­go abre ape­nas a par­tir das 14 ho­ras e o pe­río­do da ma­nhã é de­di­ca­do à vi­si­ta­ção pú­bli­ca. Pa­ga-se € 10 tan­to pa­ra in­gres­sar no cas­si­no co­mo pa­ra vi­si­ta-lo. Cri­an­ças pa­gam € 7 so­men­te pa­ra as vi­si­tas. É pos­sí­vel pro­gra­mar tours gui­a­dos com du­ra­ção de 40 mi­nu­tos. Do la­do de fo­ra

não dei­xe de cur­tir os jar­dins e o ter­ra­ço, on­de es­tão can­tei­ros de flo­res dos mais va­ri­a­dos per­fu­mes.

O lo­cal on­de o Cas­si­no de Mon­te-car­lo es­tá si­tu­a­do é um dos car­tões-pos­tais de Mônaco. A vi­zi­nhan­ça não é me­nos im­por­tan­te. Lá es­tão tam­bém o clás­si­co Hô­tel de Paris, fa­mo­so por já ter si­do lo­ca­ção de mui­tos fil­mes, bem co­mo o Ca­fé de Paris, on­de pa­ra to­mar um ca­fe­zi­nho em su­as me­sas pa­ga-se € 10. Ao re­dor da pra­ça, em Cer­cle d’or, se­rá im­pos­sí­vel não se ad­mi­rar com as vi­tri­nes re­lu­zen­tes das jo­a­lhe­ri­as e ele­gan­tes bou­ti­ques de lu­xo com al­gu­mas das mais pres­ti­gi­a­das gri­fes do mun­do. Nes­se mo­men­to vo­cê en­ten­de­rá o sig­ni­fi­ca­do de al­to lu­xo.

CAR­ROS IMPECÁVEIS DA FA­MÍ­LIA REAL

De­fi­na o Cas­si­no de Mon­te-car­lo co­mo o mar­co ze­ro do des­ti­no e a par­tir de­le des­cu­bra os de­mais atra­ti­vos. Ca­mi­nhan­do em di­re­ção ao mar irá se de­pa­rar com o Gri­mal­di Fo­rum, um mo­der­no cen­tro de con­ven­ções; a Vil­la Sau­ber, uma ca­sa com si­nos cons­truí­da por Gar­ni­er; o Mu­seu Na­ci­o­nal e o Jar­dim Ja­po­nês. Es­te úl­ti­mo, uma au­tên­ti­ca obra de ar­te com 7 mil m² ao pé do Me­di­ter­râ­neo, con­ta com pon­tes, la­gos, pei­xes e mui­ta ve­ge­ta­ção. Lo­ca­li­za­do pró­xi­mo ao cen­tro de Mon­te-car­lo, abre à vi­si­ta­ção a par­tir de 9h, até o pôr do sol.

Um pou­co mais dis­tan­te - aqui re­co­men­da­mos pe­gar um ôni­bus -, no en­tor­no da Es­pla­na­da Rai­ni­er III es­tão três mu­seus que reú­nem exem­pla­res de pro­pri­e­da­de do Prín­ci­pe de Mônaco: a Ex­po­si­ção do Acer­vo de Car­ros An­ti­gos, o Mu­seu de Se­los e Mo­e­das e o Mu­seu Na­val. No ca­mi­nho tam­bém es­tá o jar­dim zo­o­ló­gi­co Ani­ma­li­er, que abri­ga ani­mais co­mo pan­te­ra ne­gra, ti­gre bran­co, hi­po­pó­ta­mo, ri­no­ce­ron­tes, rép­teis e pás­sa­ros exó­ti­cos.

A co­le­ção pri­va­da de car­ros an­ti­gos da re­a­le­za mo­ne­gas­ca tem mais de uma cen­te­na de veí­cu­los impecáveis de di­fe­ren­tes épo­cas – in­clu­si­ve seis

car­ru­a­gens. Si­tu­a­da nos ter­ra­ços de Font­vi­eil­le reú­ne veí­cu­los oriun­dos dos mai­o­res fabricantes da Eu­ro­pa e da Amé­ri­ca. Há um lo­cal re­ser­va­do pa­ra o Rei de Mônaco, sim Ayr­ton Sen­na, com um ca­pa­ce­te ori­gi­nal e al­gu­mas fo­tos. E, lo­go à en­tra­da es­tá um car­ro de Fór­mu­la 1 uti­li­za­do pe­lo tam­bém bra­si­lei­ro e tri­cam­peão, Nelson Pi­quet. Abre di­a­ri­a­men­te en­tre 10h e 18h e o in­gres­so é € 6,50 (adultos) e € 3 (cri­an­ças de 8 a 14 anos). O Mu­seu Na­val tem acer­vo com mais de 250 ob­je­tos ma­ri­nhos e mo­de­los de na­vi­os fa­mo­sos, den­tre os quais al­gu­mas pe­ças pro­ve­ni­en­tes da co­le­ção par­ti­cu­lar do prín­ci­pe Rai­ni­er III. Fun­ci­o­na di­a­ri­a­men­te das 10h às 18h (ex­ce­to no Na­tal e no dia 1º de janeiro). O in­gres­so cus­ta € 4 (adultos) e € 2,50 (cri­an­ças de 8 a 18 anos).

O dis­tri­to mais mo­der­no do prin­ci­pa­do é jus­ta­men­te es­te, Font­vi­eil­le, um bair­ro cons­truí­do so­bre ater­ro do mar on­de es­tão di­ver­sas em­pre­sas de al­ta tec­no­lo­gia. Na re­gião es­tá um mo­der­nís- si­mo com­ple­xo es­por­ti­vo, on­de se des­ta­ca o es­tá­dio Louis II, inau­gu­ra­do em 1985 e com ca­pa­ci­da­de pa­ra 16 mil pes­so­as. Ou­tras atra­ções do lu­gar são o Che­min des Sculp­tu­res com obras as­si­na­das por Bo­te­ro, Ar­man, Bla­ke, Cal­der e ou­tros es­cul­to­res re­si­den­tes de Mônaco; o Jar­dim de Ro­sas - em for­ma de co­ra­ção - de­di­ca­do à prin­ce­sa Gra­ce e com cer­ca de 4 mil ro­sei­ras de 180 va­ri­e­da­des; bem co­mo o He­li­por­to de Mônaco, on­de é pos­sí­vel con­tra­tar so­bre­vo­os e, as­sim ad­mi­rar do al­to to­da a beleza do des­ti­no.

ME­GAI­A­TES, LU­XO E GLA­MOUR

Di­fí­cil pre­ci­sar, mas é pos­sí­vel que a qua­se to­ta­li­da­de dos vi­si­tan­tes vão ao lo­cal da lar­ga­da do GP. Po­rém, ao che­gar, as­sim co­mo nós, fi­cam um pou­co de­cep­ci­o­na­dos ao per­ce­ber que não há na­da in­di­can­do o icô­ni­co lu­gar, ape­nas mar­ca­ções des­gas­ta­das no as­fal­to. Mas não im­por­ta, ape­nas sa­ber que es­tá pi­san­do na­que­le lo­cal que con­sa­grou mui­tos pi­lo­tos já é o su­fi­ci­en­te.

Pró­xi­mo de on­de são mon­ta­dos os bo­xes da F1, em La Con­da­mi­ne, es­tá o por­to de Mon­te-car­lo, o Port Her­cu­le. Ali vo­cê te­rá a di­men­são exa­ta do que sig­ni­fi­ca Mônaco. Em um pe­que­no pas­seio, apre­ci­an­do o gla­mour à bei­ra-mar, há um ver­da­dei­ro des­fi­le de imen­sos e lu­xu­o­sos ia­tes. A rua ex­clu­si­va de pe­des­tres Prin­ces­se Ca­ro­li­ne le­va até o por­to, com seus mui­tos jar­dins e bou­ti­ques. Por ali são ofe­re­ci­dos pas­sei­os de ca­ta­ma­rãs pe­la be­la baía. Pa­ra sen­tir to­da a vi­bra­ção, pa­re no tí­pi­co mer­ca­do da Con­da­mi­ne. Uma boa pe­di­da é to­mar um vi­nho em um dos ba­res lo­ca­li­za­dos no por­to.

Se­guin­do em di­re­ção a Mo­neghet­ti, o co­ra­ção de Mônaco, irá cru­zar com a Ram­pe Ma­jor e seus por­tões do sé­cu­lo 16. Bem pró­xi­mo es­tão al­gu­mas vi­las do iní­cio do sé­cu­lo 20 e o par­que Prin­ces­se An­toi­net­te e su­as oli­vei­ras cen­te­ná­ri­as, além de um mi­ni­gol­fe e brin­que­dos pa­ra as cri­an­ças.

Na par­te mais an­ti­ga do des­ti­no es­tá a Pra­ça du Pa­lais e o pa­lá­cio do prín­ci­pe Al­bert II, em Mô­na­coVil­le. Va­le à pe­na pa­rar ob­ser­var a tro­ca da guar­da que ocor­re di­a­ri­a­men­te às 11h55. A re­gião reú­ne uma sé­rie de lo­ji­nhas de lem­bran­ci­nhas e pro­por­ci­o­na uma vis­ta pa­no­râ­mi­ca. Bem co­mo tam­bém ga­ran­te ou­tros pos­sí­veis pas­sei­os, é o ca­so da Ca­pe­la da Mi­se­ri­cór­dia (cu-ja pri­mei­ra pe­dra foi aben­ço­a­da em 1639) e a Ca­te­dral St. Ni­cho­las.

Es­ta úl­ti­ma, cons­truí­da em 1875 com pe­dras bran­cas de La Tur­bie, em es­ti­lo ro­mâ­ni­co-bi­zan­ti­no abri­ga as se­pul­tu­ras dos prín­ci­pes pas­sa­dos e ou­tros mem­bros da fa­mí­lia Gri­mal­di. A Ca­te­dral de Mônaco, co­mo é mais co­nhe­ci­da, tam­bém guar­da lem­bran­ças de mo­men­tos im­por­tan­tes, co­mo o len­dá­rio ca­sa­men­to en­tre Gra­ce Kelly e Rai­ni­er III. Da de­co­ra­ção in­ter­na, po­de-se ad­mi­rar, em es­pe­ci­al, um re­tá­bu­lo do pin­tor Louis Bréa, da­ta­do de 1500, o al­tar-mor e o tro­no epis­co­pal em már­mo­re bran­co de Car­ra­ra. En­tre os me­ses de se­tem­bro a ju­nho, aos do­min­gos, às 10h, são re­a­li­za­das mis­sas can­ta­das com os “Os Pe­que­nos Can­to­res de Mônaco” e “O Co­ro da Ca­te­dral”. O aces­so é gra­tui­to, das 8h30 às 19h (18h no in­ver­no).

Con­si­de­ra­do um dos mais con­cei­tu­a­dos do mun­do, o Aquá­rio e Mu­seu Oce­a­no­grá­fi­co de Mônaco é atra­ção pa­ra adultos e cri­an­ças. Cri­a­do em 1910 pe­lo prín­ci­pe Al­bert I, bi­savô de Al­bert II, e pen­sa­do ori­gi­nal­men­te pa­ra ser um pa­lá­cio vol­ta­do à ar­te e ci­ên­cia, o es­pa­ço abri­ga cer­ca de 6 mil es­pé­ci­es ma­ri­nhas dis­tri­buí­das em 90 tan­ques e la­go­as ar­ti­fi­ci­ais de até 450 mil li­tros de água. En­tre os ani­mais ma­ri­nhos es­tão es­tre­las-do-mar, tar­ta­ru­gas, me­du­sas, ca­ran­gue­jos, la­gos­tas, ar­rai­as, tu­ba­rões, mo­rei­as e pei­xes de to­das as co­res e ta­ma­nhos.

Com uma sa­la de­di­ca­da a fós­seis de ba­lei­as, que che­gam a me­dir 18 me­tros de com­pri­men­to, e aquá­ri­os que re­cons­tro­em ha­bi­tats na­tu­rais, é um con­vi­te pa­ra co­nhe­cer e se apai­xo­nar pe­lo mun­do sub­ma­ri­no. Ao la­do do be­lo edi­fí­cio es­tá o Jar­dim de St. Mar­tin que pro­por­ci­o­na uma vis­ta do por­to e da re­gião. Fun­ci­o­na de abril a ju­nho e se­tem­bro das 10h às 19h, ju­lho e agos­to até às 20h30, e de ou­tu­bro a mar­ço até às 18h. Não abre no Na­tal e em dia de GP. O in­gres­so sai por € 14 (adultos), € 10 (jo­vens de 13 a 18 anos) e € 7 (cri­an­ças de 4 a 12 anos).

O gi­ro cul­tu­ral con­ti­nua no Mu­seu de An­tro­po­lo­gia PréHis­tó­ri­ca, on­de es­tá uma sé­rie ra­ra e ines­ti­má­vel de se­pul­tu­ras pro­ve­ni­en­tes dos ar­re­do­res do prin­ci­pa­do. Fun­ci­o­na das 9h às 19h en­tre 15 de maio e 15 de se­tem­bro e até às 18h (ou ao cair da noi­te) de 16 de se­tem­bro a 14 de maio. Não abre no dia 19 de no­vem­bro e no Na­tal. O aces­so ao mu­seu es­tá in­clu­so no in­gres­so pa­ra o Jar­dim Exó­ti­co e cus­ta € 7 (adultos), € 3,70 (cri­an­ças en­tre 6 e 18 anos) e € 5,40 (+ 65 anos). Aliás, es­se exó­ti­co jar­dim, de 1933, reú­ne mais de 7 mil es­pé­ci­es de cac­tos da África e da Amé­ri­ca La­ti­na, além de ou­tra in­te­res­san­te atra­ção: uma gru­ta pré-his­tó­ri­ca de ob­ser­va­ção, a 60 me­tros em­bai­xo da ter­ra.

Na lis­ta dos prin­ci­pais mo­nu­men­tos do des­ti­no es­tão, ain­da, o For­te An­toi­ne, uma an­ti­ga for­ta­le­za do iní­cio do sé­cu­lo 18 que se trans­for­mou em um te­a­tro ao ar li­vre; e o Pa­lá­cio da Jus­ti­ça, inau­gu­ra­do em 1930, que, ape­sar de não es­tar aberto à vi­si­ta­ção, ren­de be­las fo­tos de sua fa­cha­da. Por fim, há tam­bém a re­gião das prai­as chamada Lar­vot­to e La Rous­se, a mais re­si­den­ci­al.

Prin­ci­pal íco­ne de Mônaco, o Cas­si­no de Mon­te-car­lo foi pro­je­ta­do por Char­les Gar­ni­er e inau­gu­ra­do em 1863. Sun­tu­o­so e ele­gan­te, re­ce­be jo­ga­do­res de to­das as par­tes do mun­do em su­as clás­si­cas sa­las de jo­gos. No la­do de fo­ra, um des­fi­le de car­ros de lu­xo e tu­ris­tas en­can­ta­dos com o mo­vi­men­to.

Na pá­gi­na ao la­do, o Jar­dim Ja­po­nês, um sur­pre­en­den­te es­pa­ço ver­de de 7 mil m² que alia, har­mo­ni­o­sa­men­te, a pe­dra, a água e a ve­ge­ta­ção. Aci­ma, a Ex­po­si­ção da Co­le­ção de Car­ros An­ti­gos, em Font­vi­eil­le, guar­da mais de uma cen­te­na de veí­cu­los usa­dos pe­la fa­mí­lia real mo­ne­gas­ca. Nas ru­as o que se vê é um cons­tan­te des­fi­le de car­ros es­por­ti­vos e de lu­xo.

Na pá­gi­na ao la­do, a cur­va do Hair­pin, uma das mais fa­mo­sas da Fór­mu­la 1 em to­dos os tem­pos. Aci­ma, a Ca­te­dral St. Ni­cho­las, que foi pal­co do len­dá­rio ca­sa­men­to en­tre Gra­ce Kelly e Rai­ni­er III, abri­ga os res­tos mor­tais da fa­mí­lia real de Mônaco.

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