A look into the Is­land

Madeira Be­yond Golf

GOLFE - - TEE ONE - Www.face­book.com/golfe­press

There’s more to see and feel in Madeira than golf. Lots more. The ar­chi­pel­ago thatr has been re­peat­edly cho­sen as the best Is­land Hol­i­day Des­ti­na­tion in the world by World Travel Awards, a sort of Os­car for tourism, de­serves a se­date tour. There­fore, in the breaks off golf, get to know the is­lands better. This is where Euro­peans built their first city out­side Europe, some five hun­dred years ago: Fun­chal. But let’s – for now – for­get the cap­i­tal of this au­ton­o­mous Por­tuguese re­gion, and let’s con­cen­trate on the North coast, where one can find the ori­gins of Madeira. The vol­canic caves com­plex, in São Vi­cente, is a “dive” into the is­land, through a visit to the lo­cal caves that trans­port you to the vol­canic ori­gin of the ar­chi­pel­ago. The trip is made through a visit the vol­canic caves and see­ing two films in the mul­ti­me­dia cen­tre, where you will understand how a vol­cano cre­ated, in mid-At­lantic, one of the old­est tourism des­ti­na­tions in the world. Still in São Vi­cente, let your­self lose in the lux­u­ri­ant green of lau­risilva, the hu­mid sub­trop­i­cal for­est that was named a world her­itage site by UNESCO. The veg­e­ta­tion is to be found through­out the is­land, but it is in the North coast that it “breathes” best. Twenty mil­lion years old, lau­risilva goes back to the ter­tiary pe­riod. In that pe­riod, this for­est cov­ered the whole of the Mediter­ranean basin, the south of Europe and North Africa, but cli­matic changes pushed it ti in­su­lar re­gions, like Madeira, the Azores, Ca­naries and Cabo Verde. It’s the per­fect back­ground for a pack­age of dif­fer­ent ac­tiv­i­ties, rang­ing from the more rad­i­cal, like moun­tain bik-

Há mais na Madeira para ver e sen­tir do que golfe. Há muito mais. Um ar­quipélago que tem sido su­ces­si­va­mente eleito como Mel­hor Destino In­su­lar de Férias pelo ‘World Travel Awards’, uma es­pé­cie de Os­car do tur­ismo, merece uma visita de­mor­ada. Por isso, nos in­ter­va­los do golfe, con­heça mel­hor as il­has onde, há 500 anos, os eu­ropeus ed­i­ficaram a primeira ci­dade fora da Europa: o Fun­chal. Mas, es­queçamos por agora a cap­i­tal desta região que goza de au­tono­mia política e ad­min­is­tra­tiva den­tro de Por­tu­gal, e vamos à costa Norte, onde pode en­con­trar as ori­gens da Madeira. O Cen­tro de Vul­can­ismo de São Vi­cente é um mer­gulho no cen­tro da ilha, através de uma vi­agem pelas gru­tas lo­cais que o levam até à for­mação vul­cânica do ar­quipélago. A vi­agem faz-se através das gru­tas vul­câni­cas e numa visita com­ple­men­tar ao cen­tro, onde vir­tual­mente vai perce­ber como é que um vul­cão, no meio do atlân­tico, criou um dos mais anti­gos des­ti­nos de férias mundi­ais. Ainda em São Vi­cente, deixa-se perder no verde ine­bri­ante da Lau­ris­silva, a flo­resta húmida sub­trop­i­cal que é Património da Hu­manidade, pela UNESCO. Esta veg­e­tação co­bre grande parte da ilha, mas é a Norte que res­pira mel­hor. Com 20 mil­hões de anos, a Lau­ris­silva re­monta à Época Ter­ciária. Nessa al­tura a flo­resta ocu­pava toda a área da agora ba­cia do Mediter­râ­neo, Sul da Europa e Norte de África, mas as al­ter­ações climáti­cas em­purraram a Lau­ris­silva para regiões in­su­lares como a Madeira, Açores, Canárias e Cabo Verde.

ing or canyon­ing, to the more se­date, like walk­ing along one of its many paths. Right next door, in Porto Moniz, the main at­trac­tion are the nat­u­ral pools. The com­plex is one of the more vis­ited – and pho­tographed – in the is­land. Made out of vol­canic lava, ad leav­ing space for the nat­u­ral ac­cess of sea wa­ter, the pools have con­stantly clear wa­ter. Dive into this “piece” ofd the At­lantic, and you may find some fish swim­ming next to you. And now, how about a trip south, to visit Cal­heta? The coun­cil, the largest one in Madeira, is rec­og­nized as the cap­i­tal of moun­tain bik­ing, due to the É o cenário per­feito para um con­junto de ac­tivi­dades de na­tureza, se­jam elas as mais rad­i­cais como o btt ou o canyon­ing, ou um tran­quilo pas­seio por um dos per­cur­sos que atrav­es­sam a flo­resta. Ao lado, no con­celho viz­inho, o Porto Moniz, a prin­ci­pal atração são as pisci­nas nat­u­rais. O com­plexo bal­n­ear é dos mais vis­i­ta­dos (e fo­tografa­dos) da ilha. For­madas por lava vul­cânica, deixando es­paço para o mar en­trar nat­u­ral­mente, as pisci­nas têm sem­pre água cristalina. Mer­gulhe neste pedaço do Atlân­tico e talvez en­con­tre al­guns peixes a nadar ao seu lado. chal­leng­ing trails that go though its moun­tains. But there are lots more to see and feel here. The Cen­tro das Artes das Mu­das, de­signed by ar­chi­tect Paulo David (the project eon the 2012 Al­var Aalto prize), of­fers one of the most in­ter­est­ing con­tem­po­rary art col­lec­tions in Europe, and down there, next to the sea, there’s a yel­low sand beach, where you can rest af­ter all this travelling. And all this is just two hours away from many Euro­pean cap­i­tals… What are you wait­ing for?

E agora que tal um salto até à costa sul, para vis­i­tar a Cal­heta. O con­celho, o maior da ilha, é con­sid­er­ado a cap­i­tal do btt, de­v­ido aos tril­hos de­safi­antes que per­cor­rem as ser­ras. Mas, há aqui muito mais para ver e sen­tir. O Cen­tro das Artes Casa das Mu­das, de­sen­hado pelo ar­quiteto Paulo David, prémio Al­var Aalto 2012, ofer­ece uma das mais in­ter­es­santes coleções de arte con­tem­porânea da Europa, e lá em baixo, junto ao mar, mora uma praia de areia amarela, onde pode des­cansar de­pois de to­das es­tas an­danças. Tudo isto a ape­nas duas ho­ras de avião das prin­ci­pais cap­i­tais eu­ropeias. Do que está à es­pera?

Porto Moniz

Casa das Mu­das, Cal­heta

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