MAS PORQUÊ?

PC Guia - - ÍNDICE -

Es­te tex­to es­tá a ser es­cri­to nu­ma al­tu­ra em que co­me­ça­ram a ser pu­bli­ca­das as pri­mei­ras aná­li­ses ao no­vo Mass Ef­fect An­dro­me­da. Es­tas não são lá mui­to bo­as, de­vi­do a pro­ble­mas com as ani­ma­ções, diá­lo­gos, es­tru­tu­ra das mis­sões e ou­tros pro­ble­mas. Por is­so, não pos­so dei­xar de pen­sar: en­tão es­tes ti­pos ti­ve­ram cin­co anos pa­ra fa­zer uma coi­sa em con­di­ções e saiu is­to?! A EA de­via pôr os olhos na Nintendo. O no­vo Zel­da: Bre­ath of the Wild en­trou pa­ra os anais dos vi­de­o­jo­gos co­mo sen­do um dos tí­tu­los mais con­sen­su­ais de to­dos os tem­pos. Não hou­ve nin­guém, in­cluin­do eu, que não lhe te­nha da­do uma boa no­ta. E no­te que, ape­sar de gos­tar mui­to de jo­gos RPG de to­dos os gé­ne­ros, nun­ca fui um gran­de fã de Zel­da. Mas es­te es­tá mes­mo fo­ra de sé­rie. Se­rá que a Nintendo tem fer­ra­men­tas de pro­gra­ma­ção me­lho­res? Me­lho­res ar­gu­men­tis­tas? Ou, sim­ples­men­te, dá mais im­por­tân­cia à qua­li­da­de dos seus pro­du­tos que os ou­tros? Não acre­di­to que a EA uti­li­ze fer­ra­men­tas de pro­gra­ma­ção e teste in­fe­ri­o­res às da Nintendo. E es­tá pro­va­do, pe­los ou­tros tí­tu­los da sa­ga Mass Ef­fect, que o pro­ble­ma tam­bém não es­tá na his­tó­ria. En­tão, tal­vez se­ja a úl­ti­ma: a aten­ção ao de­ta­lhe e a qua­li­da­de. To­dos os jo­gos de­vi­am ser jo­ga­dos por qu­em os faz. No en­tan­to pa­re­ce que, pe­lo me­nos no ca­so de Mass Ef­fect An­dro­me­da, is­so não acon­te­ceu, o que é uma pe­na. An­tes de me des­pe­dir, que­ro cha­ma­ra aten­ção pa­ra o com­pa­ra­ti­vo en­tre os processadores topo de ga­ma da Intel e da AMD, uma em­pre­sa que re­nas­ceu das cin­zas após anos de tra­ves­sia no de­ser­to. Os no­vos Ty­zen pro­me­tem mais de­sem­pe­nho que os Intel.

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Portugal

© PressReader. All rights reserved.