Ró­mu­lo e Re­mo do se­tor da ener­gia

Jornal de Negócios - - PRIMEIRA LINHA -

An­tó­nio Me­xia e João Manso Ne­to são in­di­ci­a­dos nos mes­mos cri­mes: qua­tro de cor­rup­ção ati­va, um de par­ti­ci­pa­ção eco­nó­mi­ca em ne­gó­ci­os, ad­mi­tin­do-se ain­da que ha­ja um de cor­rup­ção pas­si­va. Os fac­tos in­di­ciá­ri­os são os mes­mos. O que le­vou a de­fe­sa a ata­car o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co (MP): “Quais Ró­mu­lo e Re­mo do se­tor de ener­gia, de­cor­re da in­di­ci­a­ção a ideia de que tu­do quan­to o ar­gui­do An­tó­nio Me­xia sa­be, faz ou diz é im­pu­tá­vel ao ar­gui­do João Manso Ne­to e vi­ce-ver­sa, o que é ab­so­lu­ta­men­te in­su­fi­ci­en­te pa­ra efei­tos de Di­rei­to Pe­nal”, ven­do-os o MP qua­se co­mo “uma úni­ca e a mes­ma pes­soa”. Car­los Ale­xan­dre con­tra­põe: po­de ser co­au­tor de um cri­me “aque­le que deu cau­sa ou par­ti­ci­pou na sua con­ce­ção e na de­li­ne­a­ção do res­pe­ti­vo pla­no, mes­mo que não che­gue a to­mar par­te di­re­ta nos seus atos de exe­cu­ção”.

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